quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ex-ministro da Defesa do Canadá: Os extraterrestres são reais e estão trabalhando com o governo dos EUA

“Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles [duas raças] provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos.” A declaração do ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyer, 89 anos, foi feita durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada em Washington, D.C. Diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ouviram depoimentos de especialistas e testemunhas entre os dias 29 de abril e 3 de maio.

Paul Hellyer é um conhecido defensor da existência de extraterrestres. Em 2005, ele declarou abertamente que acredita em UFOs (objetos voadores não identificados), o que gerou grande repercussão no Canadá. Como ministro da Defesa Nacional canadense, em 1963, Hellyer foi responsável pela controversa integração entre o Comando Marítimo das Forças (Marinha), o Comando das Forças Terrestres Canadenses (Exército) e a Força Aérea Real do Canadá (Aeronáutica) em uma única organização: as Forças Armadas Canadenses. 


Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá - que funciona como uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país. Ele afirma que passou a acreditar em óvnis quando teve uma experiência com sua mulher e amigos durante uma noite. Apesar de não ter levado muito em consideração quando viu o UFO, segundo seu relato, ele disse que manteve a cabeça aberta e passou a tratar o assunto - pelo qual se interessou há cerca de 10 anos - com seriedade.
“UFOs são tão reais quanto os aviões que voam sobre as nossas cabeças", afirmou o político canadense no segundo dia de audiência. Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas - entre militares e cientistas - que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental encerrada na semana passada.
O ex-ministro da Defesa canadense afirmou ainda que investigações apontaram a existência de "pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos" - com o que ele concorda. Houve também declarações sobre como diversos presidentes dos Estados Unidos demonstraram grande interesse sobre óvnis e, em alguns casos, tentaram sem sucesso obter informações específicas sobre a veracidade de casos extraterrestres.
Fonte: Terra

NOTA: Embora o ex-ministro da Defesa do Canadá tenha "denunciado" em seu discurso os donos do poder presentes no cartel bancário mundial, no grupo Bilderberg e na moderna plutocracia, não disse uma só palavra sobre o principal protagonista geopolítico no cenário mundial: o Vaticano, com todos os seus agentes infiltrados (jesuítas, cavaleiros de Colombo, Opus Dei...) buscando restaurar a supremacia mundial da Santa Sé, ainda que pra isso tenha de levar o mundo a um caos total. A predisposição do ex-ministro em aceitar os extraterrestres como seres "mais próximos da divindade do que nós" prepara o caminho para o engano final - adoração de Lúcifer (representado pelo sol no ocultismo/paganismo) através da guarda do domingo (dia do sol).

A Última Esperança 6 - A Esperança não Morre


Papa exige respeito pelo direito à «expressão pública» da fé


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“O Papa Francisco apelou hoje ao respeito pelo direito à “expressão pública” da fé de cada pessoa, numa mensagem que assinalou o 1700.º aniversário do Edito de Milão, que trouxe liberdade religiosa aos cristãos.
“Que seja respeitado em todos os lugares o direito à expressão pública da própria fé e seja acolhido sem preconceitos o contributo que o Cristianismo continua a oferecer à cultura e à sociedade do nosso tempo”, pede o texto dirigido ao arcebispo milanês, cardeal Angelo Scola (…).
O edito que decretou a “liberdade religiosa para os cristãos” foi assinado pelo imperador romano Constantino, que nasceu em 274 e faleceu em 337.
A mensagem do Papa, transmitida através do cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, fala numa “decisão histórica” que abriu caminho “de forma decisiva ao nascimento da civilização europeia.” … (Fonte: Agência Ecclesia)
O que dizer quando este tipo de declaração em favor da livre expressão pública de fé é feita precisamente por aqueles que durante séculos a tentaram reprimir e que fizeram todos os esforços possíveis e imaginários para anular a liberdade de consciência, forçando uma obediência cega às suas ordens?!
É uma hipocrisia enorme da parte de Roma celebrar um documento histórico que permitiu a liberdade religiosa quando, posteriormente a esse tempo, dedicou-se de alma e coração a acabar com essa mesma liberdade, perseguindo, torturando e assassinando todos quantos queriam usufuir e não abdicavam desse que devia ser um direito fundamental inviolável e inatacácel: a livre escolha religiosa.
Mas, será que há agora uma alteração de postura e intenções…? Infelizmente, não há. Até porque, ainda que hoje não lhe seja permitido usar os métodos violentos nos quais acumulou tanta experiência, o propósito mantém-se o mesmo.
Não se deixe enganar: debaixo deste manto de paz, cordialidade e tolerância, jaz um propósito romano de regresso ao domínio e preponderância que entretanto foram perdidos. Uma tendência que, de resto, se intensificará nos próximos tempos…


O diluvio realmente aconteceu?


Quem escreveu a Bíblia?


Católicos e budistas devem se unir pela vida


Ecumenismo: cristianismo globalizado como uma só forma de adoração
Cidade do Vaticano, 02 mai 2013 (Ecclesia) – A Santa Sé enviou hoje uma mensagem aos budistas de todo o mundo, por ocasião da sua principal festividade, o Vesakh/Hanamatsuri, apelando à união dos crentes em volta da “profunda reverência pela vida”.

“É urgente que budistas e cristãos criem um clima de paz para amar, defender e promover a vida humana, com base no património genuíno das nossas tradições religiosas”, realça.

O documento destaca o respeito da Igreja Católica pelas “nobres tradições religiosas” dos budistas e a “consonância” com os valores que expressam, como “o respeito pela vida, a contemplação, o silêncio, a simplicidade”.

A mensagem deseja um “renascimento espiritual e moral” da sociedade para que haja “verdadeiros construtores da paz que amem, defendam e promovam a vida humana em todas as suas dimensões”.

O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso deixa votos de que esta festa anual promova o “diálogo amigável e a colaboração próxima” entre católicos e budistas.

“Continuemos a colaborar com uma renovada compaixão e fraternidade para aliviar os sofrimentos da família humana, acolhendo a sacralidade da vida humana”, conlcui.

Matéria completa aqui.

Comentário Cristo Voltará: há uma prioridade no Diálogo Inter-religioso. É a unificação das três grandes religiões monoteístas, os cristãos, os judeus e os budistas. Juntos formam uma massa de perto de 4 bilhões de pessoas. Em seu interior, haveria poder suficiente para influenciar a política em quase todos os países do mundo. O grande entrave é a unificação interna, entre os cristãos, que se chama Ecumenismo. 
 
 

Vivemos a era da violência sem causa

Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, de 67 anos, é um dos mais experientes advogados criminalistas do Brasil. Foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e é conselheiro do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD). Atuou em casos importantes, como o Collorgate e o mensalão. Nunca escondeu sua simpatia política pelos partidos de esquerda – na ditadura, apoiou o MDB. Mesmo quando esteve à frente da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, entre 1990 e 1991, não abandonou suas convicções de defensor dos direitos humanos – entre elas, a inimputabilidade dos menores de 18 anos garantida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Agora, diante de um cenário que ele classifica como uma “violência de caráter patológico”, Mariz de Oliveira mudou: “Hoje, me sinto impossibilitado com minha consciência de continuar com esse discurso.”

Até uma década atrás, o alto grau de violência da sociedade brasileira era atribuído quase totalmente às desigualdades sociais. O senhor concorda com isso?

Essa violência urbana, do assaltante, do estuprador, teve sua raiz no social, impulsionada pelo consumismo que tomou conta do país. Hoje, as questões sociais e algumas de caráter econômico, como a ampliação do crédito, estão se desprendendo do crime, ou o crime está se desprendendo delas. Temos uma criminalidade extremamente preocupante, a violência sem causa. Isso demonstra um desamor, um desrespeito à vida humana. Mesmo sob a ótica do criminoso, a violência não apresenta nenhuma razão de ser. O assaltante despoja você de todos os seus bens e depois dá um tiro na cara. O professor morre porque deu nota baixa ao aluno. Estamos diante de uma violência de caráter patológico.
Qual a causa?

Não sei. Mas sei dizer o que não deve ser a resposta: o combate a esse tipo de violência não pode se limitar à cadeia. A punição não resolverá o problema. Estamos enxugando gelo há 50 anos, pedindo mais polícia na rua, pedindo pena de morte e aplaudindo veladamente os grupos de extermínio. Ou passamos a ter um discurso voltado para a descoberta das causas da criminalidade, causas de caráter social, ético, moral, sociológico, psiquiátrico, ou viveremos cada vez mais reféns da insegurança subjetiva, do temor do crime. O medo é o terror gerado por toda uma cultura da insegurança. [...]
(Época)

Nota: Mariz de Oliveira diz que não sabe qual é a causa dessa violência patológica que assusta. A Bíblia afirma que se trata do esfriamento do amor e da gradual retirada do Espírito Santo do mundo. Nada mais profético. Portanto, dias piores virão – antes que tudo melhore definitivamente.[MB]
 

Papa recebe líder copta após 40 anos

Três papas, ao mesmo tempo, dentro dos muros Vaticano. Um encontro nesta sexta-feira entre Francisco, líder da Igreja Católica, e Tawadros II, da Igreja Ortodoxa Copta do Egito, deu um forte sinal de reaproximação entre as duas correntes religiosas, no primeiro encontro do gênero em 40 anos. Enquanto os dois representantes selavam o momento de harmonia, Bento XVI, Papa Emérito e antecessor de Francisco, descansava nos jardins de um convento, também na Cidade do Vaticano.

O último encontro entre um representante do catolicismo com um líder da igreja copta no Vaticano foi em 1973, quando o então Paulo VI esteve com Shenouda III. Para Francisco, a reunião desta sexta-feira “fortalece os laços de amizade e fraternidade entre as duas igrejas”. Tawadros também exaltou o encontro, prometendo estreitar os laços entre os coptas e a Igreja Católica.
- Trabalhar em conjunto para promover o diálogo ecumênico a e paz na Terra será o nosso objetivo mútuo – afirmou o Papa copta.

As igrejas católica e copta se separaram no século V. Hoje, os cristãos correspondem a 10% da população egípcia. A Igreja Ortodoxa Copta do Egito conta com cerca de 10 milhões de fiéis, enquanto que a Igreja Católica Copta - leal ao Papa Francisco - conta com 165 mil.

Um dos temas da reunião entre os líderes foi o aumento da perseguição no Egito aos cristãos após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011. Com a transição do poder, a Irmandade Muçulmana se fortaleceu no país, e os cristãos, sejam ortodoxos ou coptas, têm sofrido cada vez mais discriminação.

Fonte: O Globo
(Via @MinutoProfético)
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Deus não confia mais nos seus anjos?

Ainda hoje nós podemos ter profetas? Como saber se um profeta é verdadeiro ou não?
Se o Espírito volta pra Deus, o que é que vai para o inferno?
Quando a igreja cristã começou a guardar o domingo?
O que fazer quando não sentimos mais em relação ao pecado? Pecamos contra o Espírito Santo?
No juízo final alguns terão uma punição maior que outros?
Quais as influencias que a música pode ter sobre nós? Podemos chegar a idolatrar um artista?
Tirar uma vida para salvar outra é pecado?
Deus permite que seus seguidores matem seus inimigos?
No fim dos tempos Satanás vai imitar a segunda vinda de Cristo?
Como devemos guardar o sábado nos dias de hoje?

O ecumenismo é bom?

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Antes de responder à pergunta convém estabelecer o que é ecumenismo. Para isso, uma rápida consulta ao dicionário Priberam de língua portuguesa, devolve o significado: “tendência para a união de todas as igrejas cristãs numa só”. A edição Infopédia, da Porto Editora, confirma: “movimento tendente a unir todas as igrejas cristãs”.
Tendo isto assente, podemos então refletir nos prós e nos contras deste conceito.
Convém começar por dizer que, regra geral, é da parte da Igreja Católica Romana que o termo é mais usado. As outras confissões cristãs – e não só… – preferem usar expressões como “diálogo inter-religioso” ou “interconfessional”. Na mesma linha, este tipo de iniciativa parte normalmente na igreja romana. Fonte ligada ao atual Papa Francisco, que está no cargo há poucas semanas, já se referiu a isso como um caminho “sem incertezas”.
As outras igrejas cristãs têm, de uma forma geral, aderido com interesse a esta vontade romana. A Aliança Evangélica Mundial até já manifestou o seu apoio ao Papa no sentido de promover essa união.
Parece, portanto, que estamos num caminho consensual e sem retorno no que diz respeito a um maior estreitar de laços entre os vários setores do cristianismo, talvez mesmo uma unificação de crenças que, não tenha ilusões, é o objetivo final de tudo isto.
Havendo diálogo pacífico, entendimento e concordância que leve a uma posição unida e de comum acordo entre os vários grupos, poderemos colocar isso em causa como não sendo positivo? Poderemos arriscar dizer que esse é um trilho errado que não trará nada de bom? Poderemos afirmar que isto é errado?
Pois bem, não apenas podemos como até o fazemos declaradamente: o ecumenismo é um atentado severo e grave contra os princípios fundamentais da reforma protestante que começou há quase cinco séculos mas ainda não terminou; é uma ferramenta que intenta castrar, impedir a conclusão dessa obra.
Se por um momento somos levados a pensar que esse diálogo visa estreitar ligações e promover compreensão entre as várias partes, é melhor sermos desde já desenganados: isso não é verdade! O objetivo final e único do ecumenismo, do ponto de vista de quem mais o promove, que como disse é Roma, é que todas as outras igrejas (não apenas as cristãs!) reconheçam a autoridade e superioridade religiosa e moral da Igreja Católica, entregando-lhe o poder que outrora desfrutou mas que entretanto foi ferido.
Recuperemos alguns avisos (destaques meus):
“Os protestantes lançarão toda a sua influência e poder ao lado do papado” (idem, Maranata, Meditações Matinais 1977, p. 179).
“O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 910).
E, para não deixar margem para dúvidas, leia atentamente esta citação:
“Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. … E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de ideias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo” (Ellen White, Review and Herald, 1 de junho de 1886).
Portanto, nesse suposto diálogo, Roma não irá conceder nem abdicar de atributos que entende como prerrogativas, como sejam definir a moralidade social e espiritual. À sua boa maneira, quem livremente quiser admitir, reconhecer isso, será bem-vindo no cumprimento das exigências romanas; caso haja alguma divergência, Roma tem uma experiência milenar em como tratar os que não estão de acordo com os seus ditames.
Caso este ecumenismo fosse orientado pelos princípios e valores bíblicos, fossem estas as premissas que baseassem todo o diálogo e conclusões retiradas, eu seria o primeiro a apoiar estes movimentos. Mas não é isso, muito pelo contrário, o que se pretende nem o que irá acontecer.
O ecumenismo é uma forma encapotada de levar as igrejas cristãs ditas protestantes a desistirem definitivamente do protesto. Renunciando às razões fundamentais que as trouxeram à existência – entre as quais se conta a renúncia à autoridade antibíblica do romanismo – aprestam-se a ceder cobardemente no campo de batalha, confirmando o perigo de declínio que se nota quando essa reforma é estancada num patamar que fica aquém da obra completa.
É por isso uma pena ver destacados líderes religiosos elogiarem tanto os esforços ecuménicos. São guias cegos que não têm noção do abismo para o qual conduzem os seus rebanhos.
Daqui vem que o povo encarregado de concluir a reforma protestante, aquele que se encontra no derradeiro degrau da empreitada reparando as brechas que ainda restam, não se deve dar a este tipo de iniciativa.
Não pode haver união entre a luz e as trevas – e aqueles que Deus mandatou para refletir e espalhar a luz não se devem aventurar na escuridão das cogitações romanas. Desgraçadamente, vemos muita união quando aquilo que Deus tanto pede é separação.
“… Que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2 Coríntios 6:14-17).


Quando se aponta um dedo, três o denunciam

Após declarar que a maioria dos cantores gospel são endemoninhados, o bispo Edir Macedo voltou a fazer uma declaração polêmica no mesmo teor. O alvo, dessa vez, foram os pastores. Durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus no dia 24 de fevereiro, Edir Macedo afirmou categoricamente que muitos pastores evangélicos precisam ser libertos. No entanto, o líder da IURD não especificou nomes ou denominações. “Eu não tenho a mínima dúvida em dizer que a maioria dos pastores neste mundo inteiro são endemoninhados... Eu não tenho o mínimo medo. Eu tenho certeza do que estou falando. Pelo que eu conheço, pelo que eu já passei, pelo que eu já vi, a maioria deles não é liberta”, afirmou.

O sermão era baseado no Apocalipse, e Macedo pontuou que a libertação espiritual é uma necessidade para todos, e que as pessoas que chegam à IURD oriundas de outras religiões, como espíritas e católicos, adquirem hábitos ao longo da vida que as atrapalham em sua caminhada dentro da Universal.

Confira aqui o trecho da declaração de Edir Macedo sobre pastores endemoninhados.

Em outro sermão, Macedo polemiza ao dizer que a IURD não tem “o rabo preso com ninguém”, referindo-se a ajudas de esferas de governo. O líder da Universal ainda diz aos fiéis que “o maior interessado em que eles prosperem” é a Universal, pois é com as contribuições deles que os empreendimentos da denominação são tocados [como a manutenção de um canal de TV secular “recheado” de conteúdo impróprio e a construção de uma réplica do Templo de Salomão, que custará aos cofres da Universal – e ao bolso dos fieis – a “bagatela” de mais de 200 milhões de reais].

Macedo chega a dizer que ele e os demais bispos e pastores da IURD trabalham com a palavra de Deus, e se os fiéis ofertam, “Deus tem que devolver”. Assista aqui.


Nota:Em outro vídeo, Macedo diz que prefere que Deus o mate se não abençoar financeiramente seus fieis. Será que ele é ateu?
 

Gripe mortal e gonorreia pior que a aids

A humanidade tem grande potencial para se matar ou para morrer “naturalmente”. Pelo menos é o que sugerem as duas reportagens abaixo:

Embora muita gente sem dúvida não considere isso, digamos, uma “boa ideia”, um grupo de pesquisadores chineses resolveu criar variáveis letais do vírus da gripe. O experimento, feito no Instituto de Pesquisa Veterinária Harin (China), combinou o vírus H5N1, da gripe aviária (que é letal para humanos, mas não é transmitido facilmente), e o vírus H1N1, facilmente transmissível entre humanos. Esse tipo de mistura ocorre naturalmente quando dois tipos de vírus infectam uma mesma célula e trocam material genético entre si, gerando “híbridos”.

“Os estudos demonstraram que o vírus H5N1 tem o potencial de se tornar transmissível entre mamíferos ao se combinar com vírus influenza humanos”,explica a pesquisadora Hualan Chen. “Isso nos mostra que devemos dar mais atenção ao surgimento na natureza de tais vírus transmissíveis entre mamíferos para prevenir uma possível pandemia causada por vírus H5N1.”

Embora tenha sido realizada em um laboratório com elevado nível de segurança, o experimento foi criticado por diversos cientistas, pois há o risco de amostras dos híbridos “escaparem” e iniciarem uma pandemia. Em 2011, pesquisadores do Centro Médico Erasmo (Holanda) e da Universidade de Wisconsin (EUA) criaram uma versão do H5N1 que podia ser transmitida entre furões. O estudo foi suspenso. Resta saber se o mesmo acontecerá no caso atual.


Em entrevista publicada nesta semana no site americano CNBC, o cientista Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care, alertou a comunidade médica para a existência de um tipo de gonorreia descrito como “mais mortal que o vírus da aids” e cobrou urgência do Congresso do país para liberar US$ 54 milhões na busca por drogas que possam combatê-lo. Segundo Christianson, a “supergonorreia” H041 foi diagnosticada pela primeira vez em 2009, em uma prostituta japonesa. A doença chamou atenção pela rápida proliferação e a resistência a medicamentos.

Desde então, o cientista afirma que já houve casos confirmados em ao menos três diferentes regiões do mundo: na Noruega e nos Estados americanos do Havaí e da Califórnia. O Centro Americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), porém, nega que a enfermidade tenha sido encontrada fora do Japão e desmente que já tenha causado alguma morte.

De acordo com as pesquisas de Christianson, o H041 poderia ser mais devastador que o vírus da aids, que mata cerca de 30 milhões anualmente em todo o mundo: “Esse tipo de gonorreia pode provocar mortes em poucos dias e é extremamente contagiosa. Há riscos maiores que os da aids, pois é uma bactéria mais agressiva e que pode afetar muitos rapidamente. É um potencial desastre”,declarou.

Causada pela bactéria gonococci, a gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST) que costuma reagir bem a tratamentos. Sua nova variação, no entanto, teria sofrido uma mutação genética que a torna resistente. Além de feridas por todo o corpo, a complicação pode levar à infertilidade e morte, caso não seja tratada e entre na corrente sanguínea.

(Terra)

Nota: A primeira notícia mostra como vivemos num mundo à beira do caos - basta que um vírus ou bactéria mortal escape de algum laboratório e dê origem a uma pandemia fora de controle num mundo globalizado. A segunda deixa claro que a batalha contra as doenças sexualmente transmissíveis está sendo perdida e que o sexo verdadeiramente seguro é unicamente aquele praticado no contexto do casamento monogâmico e heterossexual.[MB]
 
 

A Situação Atual da Musica na Igreja



Os tempos em que vivemos requerem que seja feita uma advertência solene:

Parece estar se desenvolvendo, em alguns lugares, uma tendência que não apenas obscurece, mas destrói a linha divisória entre o sacro e o profano. Esta tendência não prevalece meramente na música em si, mas também, na maneira como é apresentada.

A situação já seria bastante séria se apenas o ritmo da musica fosse considerado, mas, quando as plataformas das Igrejas Adventistas do Sétimo Dia são tratadas como palcos seculares, quando os cantores se balançam em uníssono com a música como dançarinos numa fila de coristas ou artistas numa boate, a situação se torna alarmante. Se o Mestre entrasse em sua casa, como fez na passado, certamente ordenaria com autoridade: “Tirai daqui estas coisas” (João 2:16).

É necessário que se estudem quatro fatores essenciais, que serão a seguir citados:

1) A linha divisória entre a música aceitável ou não é, às vezes, estreita. Por exemplo, um ritmo ou a maneira de apresentação de uma determinada música tem pouca ou nenhuma diferença daqueles encontradas em outra. No entanto uma delas e sacra, vinda de cima, a outra e profana, vinda de baixo. Isto leva alguns líderes a dizerem: “Música não é minha especialidade”, e assim lavam suas mãos do problema. Outros ainda dizem: “Não julgue, tão somente participe”.

Infelizmente estas declarações são irresponsáveis e sem sentido. João 7:17 diz “que se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo”. Todo o ser humano é capaz, com a graça de Deus, de fazer a distinção entre a musica aceitável e a inaceitável.

2) Outro fator contribuinte da decadência na música da igreja é que muitas pessoas em posição de liderança procuram subestimar a importância de cuidadosa discriminação na escolha da música. Freqüentemente protestam: “Que diferença faz?” “Isto não é assim tão importante.” “Estão fazendo disto um cavalo de batalha…” Talvez nos impressionasse mais essa maneira de pensar, se não conhecêssemos a história de Adão e Eva. Mas quando lembramos do fruto da árvore do conhecimento não era visivelmente diferente do fruto de outras árvores do Jardim, sentimos que algumas “pequenas” diferenças não são de fato “pequenas” – elas são “enormes”! Todos os que sinceramente desejam agradar a Deus, não as trarão levianamente. Procurarão ver as coisas como Deus as vê, e ouvi-las como Deus as ouve.

3) O gosto pessoal, tanto de jovens como de idosos estão levando a fazer pouco caso do uso ou não de música falsificada, simplesmente por que eles gostam e tem prazer em cantá-las.

4) O quarto fator é que algumas pessoas são tão desprovidas de senso de crítica, quanto a seus pontos de vista, que estão dispostas a permitir qualquer tipo de música em seu lar, na escola, ou na igreja, baseadas no argumento de que esta é a maneira de manter os jovens sob o “manto” adventista.

A Igreja nunca presta um serviço ao pecador, comprometendo-se com o mundo. E melhor que os não regenerados permaneçam fora da Igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros, aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos consigo.

Será que a Igreja de Laodicéia, através de sua mornidão e satisfação própria, permanecera indiferente aos perigos que enfrenta? Permitirá ela que costumes, normas e valores mundanos alterem gradativa e imperceptivelmente sua natureza distinta? Tornar-se-á a música do mundo, música da igreja? Mas o que declara a palavra de Deus sobre tal assunto?

A resposta, cabe aos responsáveis pela liderança da Igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela ( Ezequiel 9:4).

Kenneth H. Wood (falecido), foi por 16 anos editor-chefe da Adventist Review (Revista Adventista, em inglês), e por 28 anos o diretor do Centro E.G. White. O presente artigo foi o editorial da Review and Herald de 20/01/72.


sexta-feira, 3 de maio de 2013

É a primeira vez que dois Papas convivem no Vaticano

É a primeira vez que dois Papas convivem no Vaticano.
Papa Emérito Bento XVI viverá no convento 'Mater Ecclesiae'.

O Papa Francisco recebeu pessoalmente nesta quinta-feira o Papa emérito Bento XVI no Vaticano, em um retorno que marca o início de uma convivência sem precedentes entre dois pontífices.

"O papa Francisco o recebeu com grande fraternidade e cordialidade. Depois se dirigiram à capela do mosteiro para uma breve oração", disse em um comunicado a Santa Sé.

O encontro aconteceu pouco depois que o helicóptero em que viajou o Papa emérito desde Castel Gandolfo aterrissou no heliporto do Vaticano, às 16h49 horas locais (11h49 de Brasília). Em seguida, ele seguiu em um veículo até o mosteiro.

Esta é a segunda vez que os dois Papas se encontram pessoalmente. A primeira foi em 23 de março, quando o Papa Francisco viajou para Castel Gandolfo para saudar e almoçar com Ratzinger.

Primeira vez

Esta é a primeira vez na história que dois Papas convivem dentro dos muros do Vaticano, os dois vestidos de branco e sob o título de "Sua Santidade".

Bento XVI passou os últimos meses na residência de verão papal, 25 km ao sul de Roma, onde permaneceu isolado do mundo, à exceção de algumas poucas fotografias tiradas enquanto passeava junto ao seu secretário e do encontro com o novo pontífice.

Bento XVI chegou de carro do heliporto ao mosteiro onde era esperado pelo Papa Francisco.

Desde a sua eleição, no dia 13 de março, Francisco manifestou em várias oportunidades a amizade que tem com seu antecessor, com quem conversou por telefone e celebrou uma missa em homenagem ao seu recente aniversário.

Bento XVI viverá em sua nova residência com um pequeno grupo de assistentes, entre eles seu secretário particular, o bispo alemão Georg Gänswein.

Fonte - G1
Nota DDP: "Primeira vez na história". "Sem precedentes". Não vivemos tempos comuns.
 
 

A lei foi abolida?

Sendo Deus onisciente, como podemos dizer que temos o livre arbítrio?
Quem já conhecia a Deus e se afastou pode ou não voltar a Deus e ser ainda perdoado?
Se o ocultismo é proibido, como 3 Reis foram adorar Jesus?
Se Deus é amor, porque muito são chamados e poucos os escolhidos? se Deus me escolhe,não está rejeitando o outro?
Na Nova Terra, iremos ter uma nova família? Quem não se arrependeu poderá estar no céu?
O que houve com a arca da aliança? Onde ela está? Foi destruída?

A Última Esperança 5 - Onde está a Esperança ?


Papa Francisco e Shimon Peres apelam ao diálogo para superar conflitos no Médio Oriente

Papa Francisco e Shimon Peres
Cidade do Vaticano, 30 abr 2013 – O Papa Francisco recebeu hoje no Vaticano o presidente de Israel, Shimon Peres, que o convidou a visitar Jerusalém, deixando apelos ao diálogo no Médio Oriente.
“Desejou-se um rápido regresso das negociações entre israelitas e palestinos para que, com decisões corajosas e disponibilidades das suas partes, bem como com apoio da comunidade internacional, se chegue a um acordo que respeite as legítimas aspirações dos dois povos”, revela o comunicado divulgado pela sala de imprensa da Santa Sé após a audiência privada.
Segundo a nota oficial, este acordo seria um “contributo decisivo para a paz e a estabilidade na região”.
Shimon Peres disse ao Papa que ele e o “povo de Israel” o esperam em Jerusalém.
A cidade e o seu estatuto foram um dos assuntos da “situação política e social no Médio Oriente” abordados durante o encontro, que evocou a persistência de “vários conflitos”, com destaque para a Síria.
As duas partes manifestaram “particular preocupação” e pediram uma “solução política” para a crise síria que “privilegie a lógica da reconciliação e do diálogo”.
Peres encontrou-se ainda com o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, acompanhado pelo secretário do Vaticano para as relações com os Estados, D. Dominique Mamberti.
Os responsáveis abordaram “vários temas” relativos às relações entre Israel e a Santa Sé, destacando o “significativo progresso” feito pela comissão bilateral em “assuntos de interesse comum”.
Shimon Peres vai visitar esta quarta-feira a cidade italiana de Assis, tornando-se no 9.º Nobel da Paz a passar pela basílica dedicada a São Francisco (c. 1181-1226).
O presidente de Israel vai receber o título de cidadão honorário de Assis e será recebido pelo custódio da comunidade franciscana conventual, frei Mauro Gambetti, bem como pelo bispo local, D. Domenico Sorrentino.
 
 

O que os americanos nos podem ensinar com o atentado em Boston


US Muslims Condemn Boston Attack 

Alguns dias atrás, duas bombas explodiram junto à linha de meta da maratona de Boston, EUA, provocando três mortos de dezenas de feridos. Uma caça ao homem resultou na morte de um suspeito e na detenção de outro, que agora deverá ser julgado.
Como sempre acontece nos EUA, esse país altamente inseguro mas que, paradoxalmente, vive num clima de alerta permanente auxiliado por uma paranoia interna de segurança, além do ato em si, das vítimas e dos seus familiares, as atenções logo se voltaram, num estilo hollywoodesco, para a gigantesca operação policial para prender os culpados da vil ação.
Enquanto isso decorria ao longo de quatro dias, nos quais quase se fechava uma cidade 600.000 habitantes, tronou-se evidente a ânsia, o desejo mal disfarçado de que os culpados fossem radicais, fundamentalistas islâmicos, para que a propaganda política e militar americana pelo mundo fora, que é mais vezes criminosa do que humanitária, saísse mais uma vez fortalecida, justificada e até com direito a reforço.
Por infeliz ocorrência, o máximo que se apurou foi tratar-se de um ato isolado de dois indivíduos, aos quais não se conseguiu atribuir qualquer ligação minimamente credível a chamados grupos terroristas ou mesmo nações que os apoiam.
Fiquei a pensar nisto: como os EUA gostam de ter sempre um inimigo a abater, um alvo fixo e determinado que lhes dê razão e propósito à tentativa de superioridade global. No meu tempo de vida, assisti ao comunismo assumir esse papel e atualmente, talvez mais fortemente desde setembro de 2001, o tal radicalismo islâmico faz essa incorporação que, de resto, não desdenha.
Por isso, quase que em jeito de antecipação pergunto quem se verá obrigado a assumir esse papel quando esse islão maldito – que, diga-se, não é nada representativo da esmagadora maioria de muçulmanos que são pacíficos, ordeiros e nada kamikaze ou jihadistas, ao contrário do que alguma instigação regimental quer propor – também for derrotado e retirado de cena como inimigo número um.
A história sugere que os EUA terão de encontrar outro grupo que seja classificado como a ameaça à paz e segurança mundial. Alguém que não entre na linha, que não se reveja nem obedeça ao mainstream impingido às massas.
Agora pense: quando (quase) todo o mundo se render à observância do domingo como dia santo, reconhecer e aceitar a autoridade política dos EUA e moral da Igreja Romana (esta, apoiada pelos EUA), será que esse inimigo, fraco em armamento bélico mas fortíssimo em princípios e convicções, poderá ser aqueles que insistem em guardar os mandamentos bíblicos de Deus, não cedendo a exigências de caráter temporal e humano…? Poderá ser que esse novo rosto de todos os perigos que o mundo enfrenta seja apontado como razão dos males que ainda subsistem no mundo?
Fiquei a pensar nisto quando me ocorreram os seguintes alertas e advertências quanto ao futuro:
Enquanto Satanás procura destruir os que honram a lei de Deus, fará com que sejam acusados como violadores da lei, como homens que estão desonrando a Deus e acarretando juízos sobre o mundo” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 591).
Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a Terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. Serão acusados de deslealdade para com o governo” (idem, p. 592).
Os que honram a lei de Deus têm sido acusados de acarretar juízos sobre o mundo, e serão considerados como a causa das terríveis convulsões da natureza, da contenda e carnificina entre os homens, coisas que estão enchendo a Terra de pavor” (idem, p. 614).
Possivelmente estará a pensar que há algum exagero neste raciocínio, que estou a ser demasiadamente fixista. Pois bem, hoje já muitos dizem que é um exagero afirmar que, neste mundo moderno, Roma voltará às atrocidades do passado contra os que não aceitam a sua autoridade…
É que, sinceramente, acho que vai dar tudo ao mesmo. E, se os EUA se especializaram nesse método e estratégia, por que razão pensar que iriam mudar agora…?


Crise de fome recente na Somália provocou 258 mil mortes




Quase 258 mil somalis morreram de fome entre outubro de 2010 e abril de 2012, destaca um relatório da ONU divulgado nesta quarta-feira (1º).

"A fome e a grave insegurança alimentar na Somália mataram 258 mil pessoas entre outubro de 2010 e abril de 2012, incluindo 133 mil crianças com menos de cinco anos", afirma um documento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Rede de Alerta contra a Fome (Fews-Net), financiada pelos Estados Unidos.

Segundo a "primeira estimativa científica" do balanço da crise alimentar, "4,6% da população total e 10% das crianças com menos de cinco anos morreram no sul e centro da Somália".

Nas regiões de Baixo Shabelle, Mogadíscio e Bay, as mais afetadas, a crise alimentar matou, respectivamente, 18%, 17% e 13% das crianças com menos de cinco anos.

A fome provocou 30 mil mortes por mês entre maio e agosto de 2011, segundo o estudo.

O balanço é superior ao da fome de 1992 no país, que supostamente matou 220 mil pessoas em 12 meses, mas a crise anterior é considerada mais grave por ter matado um percentual maior da população.

A fome de 2011-2012 na Somália afetou quase quatro milhões de pessoas, metade da população do país.

A crise foi provocada principalmente por uma grave seca no Chifre da África e se agravou pela catastrófica situação da segurança no país, que está em guerra civil desde a queda do presidente Siad Barre em 1991.




Fonte - UOL

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Papa fala sobre a volta de Jesus

[Na] quarta-feira, o papa Francisco, em sua habitual catequese semanal, continuou aprofundando no Símbolo da fé: o Credo. Com uma praça de São Pedro, mais uma vez, cheia de jovens e peregrinos, o papa dirigiu-lhes estas palavras:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Credo, professamos que Jesus “virá novamente na glória para julgar os vivos e os mortos”. A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo. Muitas vezes esquecemos esses dois polos da história e, sobretudo, a fé no retorno de Cristo e no juízo final, às vezes não é assim tão clara e forte no coração dos cristãos. Jesus, durante Sua vida pública, refletiu muitas vezes na realidade da Sua última vinda. Hoje eu gostaria de refletir sobre três textos evangélicos que nos ajudam a entrar neste mistério: o das dez virgens, o dos talentos e o do juízo final. Todos os três fazem parte do discurso de Jesus sobre o fim dos tempos, no Evangelho de São Mateus.
Em primeiro lugar lembremos que, com a Ascensão, o Filho de Deus levou para junto do Pai a nossa humanidade assumida por Ele e quer atrair todos a si, chamar todo o mundo para ser acolhido nos braços abertos de Deus, para que, no fim da história, toda a realidade seja entregue ao Pai. Há, no entanto, este “tempo imediato” entre a primeira vinda de Cristo e a última, que é precisamente o momento que estamos vivendo. Neste contexto do “tempo imediato”, coloca-se a parábola das dez virgens (cf. Mt 25,1-13). São dez jovens que  esperam a chegada do esposo, mas ele atrasa e elas caem no sono. Ao anúncio repentino de que esposo está chegando, todas se preparam para acolhê-lo, mas enquanto cinco dessas, sábias, têm óleo para alimentar as próprias lâmpadas, as outras, tolas, ficam com as lâmpadas apagadas porque não o têm; e enquanto procuram chega o esposo e as virgens tolas encontram fechada a porta que leva à festa nupcial. Batem com insistência, mas agora é tarde, o esposo responde: Não vos conheço.
O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera da Sua chegada é o tempo que Ele nos presenteia, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes da Sua vinda final; é um tempo de vigilância; tempo em que devemos ter acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, de ter aberto o coração para o bem, para a beleza e para a verdade; tempo de viver segundo Deus, porque não conhecemos nem o dia, nem a hora da volta de Cristo. O único que nos é pedido é estarmos preparados para o encontro – preparados para um encontro, para um lindo encontro, o encontro com Jesus –, que significa saber ver os sinais da sua presença, ter viva a nossa fé, com a oração, com os Sacramentos, ser vigilantes para não dormirmos, para não nos esquecermos de Deus. A vida dos cristãos adormecidos é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão deve ser feliz, a alegria de Jesus. Não durmamos!
A segunda parábola, a dos talentos, nos faz refletir sobre a relação entre como empregamos os dons recebidos por Deus e o Seu retorno, quando nos pedirá contas de como os temos utilizado (cf. Mt 25, 14-30). [...] A espera da volta do Senhor é o tempo da ação – nós estamos no tempo da ação –, o tempo de frutificar os dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros, o tempo de fazer sempre crescer o bem no mundo. E especialmente neste tempo de crise, hoje, é importante não fechar-se em si mesmo. [...]
Finalmente, uma palavra sobre o juízo final, no qual se descreve a segunda vinda do Senhor, quando Ele julgará todos os seres humanos, vivos e mortos (cf. Mt 25, 31-46). A imagem usada pelo evangelista é a do pastor que separa as ovelhas dos cabritos. À direita são colocados aqueles que agiram de acordo com a vontade de Deus, socorrendo o próximo faminto, com sede, estrangeiro, nu, doente, preso – disse “estrangeiro”: penso em tantos estrangeiros que estão aqui na diocese de Roma: o que fazemos por eles? – enquanto à esquerda vão aqueles que não socorreram o próximo. Isso nos diz que seremos julgados por Deus sobre a caridade, sobre como O amamos nos nossos irmãos, especialmente nos mais frágeis e necessitados. É claro, devemos sempre ter em mente que somos justificados, somos salvos pela graça, por um ato de amor gratuito de Deus que sempre nos precede; sozinhos, não podemos fazer nada. A fé é principalmente um dom que nós recebemos. Mas para dar frutos, a graça de Deus requer sempre a nossa abertura a Ele, a nossa resposta livre e concreta. Cristo vem para levar-nos à misericórdia de Deus que salva. O único que nos é pedido é confiar nEle, corresponder ao dom do Seu amor com uma vida boa, feita de ações animadas pela fé e pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, que olhar para o juízo final nunca nos dê medo; mas nos leve a viver melhor o presente. Deus nos oferece com misericórdia e paciência este tempo para que aprendamos a reconhecê-Lo a cada dia nos pobres e nos pequenos, nos comprometamos pelo bem e sejamos vigilantes na oração e no amor. O Senhor, no fim da nossa existência e da história, possa reconhecer-nos como servos bons e fieis. Obrigado.
Nota: Lembro-me de que, quando era católico (antes dos anos 1990), eu nunca tinha ouvido falar na segunda vinda literal de Jesus, até porque a teologia dominante aqui na América do Sul era a da Libertação, com sua pregação em torno de um “reino” de conquistas sociais. Ao mesmo tempo em que o papa fala sobre o retorno de Jesus, ele (assim como seus dois antecessores) dá grande ênfase à observância do domingo. Resta saber como ele vai orientar seu rebanho com respeito à maneira como o verdadeiro Cristo virá e que está claramente descrita na Bíblia. E se esse Cristo vindouro reafirmar a crença no domingo como dia sagrado, em franca oposição à Palavra? E se ele “descer” à Terra e começar a proclamar a paz incentivando a união de todos sob a liderança de um (nos moldes do movimento ecumênico defendido pelo papa)? É interessante a menção do papa à salvação pela graça, o que certamente agrada aos ouvidos protestantes, e há uma curiosa contradição nestas palavras de Francisco: “A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo.” Os dois papas anteriores afirmaram que a evolução é um fato e que, portanto, a história de Adão e Eva seria mítica. Se a história das origens (e da queda) é mitológica, por que deveríamos acreditar que o juízo final é fato, uma vez que ambos os eventos estão relacionados (como bem destacou o papa)? Sem dúvida, essa pregação do papa sobre a volta de Jesus é realmente importante e até surpreendente, mas é preciso acompanhar atentamente os desdobramentos disso.[MB]
 

O novo papa e o domingo

O papa Francisco tem algumas palavras de apoio ao Lazer

Na terça-feira (30/04/2013) será publicado em inglês o livro “O Papa Francis: sua vida em suas próprias palavras,” [Pope Francis: His Life in His Own Words - Putnam; $ 24,95] que traz uma série de conversas com o homem que então era o cardeal Jorge Bergoglio. Essas entrevistas foram feitas a partir de 2010 com dois jornalistas na Argentina e trazem relatos bonitos sobre o novo chefe da igreja – um filme favorito? “Babette’s Feast” – mas não muito teologicamente interessante.

Mas uma passagem no livro, à primeira vista, bastante leve, acaba insinuando uma nota radical no processo. Em uma leitura atenta, parece que o papa Francisco acredita que devemos – na verdade, de que Deus está nos chamando para – relaxar.

Respondendo à pergunta: “Será que é preciso redescobrir o sentido do lazer?” Papa Francisco responde: “Junto com uma cultura de trabalho, deve haver uma cultura de lazer como gratificação. Dito de outra forma: as pessoas que trabalham devem tomar o tempo para relaxar, para estar com as suas famílias, para se divertir, ler, ouvir música, jogar um esporte. Mas isso está sendo destruído, em grande parte, pela eliminação do dia de descanso do sabbath. Mais e mais pessoas estão trabalhando nos domingos, como conseqüência da competitividade imposta por uma sociedade de consumo. “Nesses casos, ele conclui,”o trabalho acaba desumanizando as pessoas. “

Algumas páginas depois, ele ridiculariza as pessoas que pensam em si mesmos como católicas, mas não tem tempo para seus filhos. Este é um exemplo, de acordo com o papa Francisco, de viver “uma fraude.”

A Doutrina Social da Igreja é conhecida por promover a ideia de que os trabalhadores merecem dignidade, que inclui o repouso. Mas o papa Francis parece estar dizendo algo mais: que uma vida autenticamente cristã inclui uma dose adequada de lazer e tempo para a família. Isso pode soar estranho vindo de um homem cuja tradição valoriza a solidão e o monaquismo, e cujo clero membros não estão autorizados a ter cônjuges ou filhos.

A ideia de um católico exaltando o sabbath soa particularmente peculiar no contexto americano. Nos Estados Unidos, os católicos nunca foram os grandes defensores do sabatismo, observando-se o domingo como um dia especial, para o culto ou descanso. Isso é uma coisa protestante.

A partir do momento em que os puritanos chegaram, eles começaram a fazer cumprir as leis que reservavam o domingo para ir à igreja. Com o tempo, elas foram chamadas de “leis azuis” e proibiam diferentes atividades, e variavam por estado. Algumas leis proibiam a caça no domingo, outros a venda de bebidas alcoólicas, outros de qualquer atividade comercial. Em cidades religiosas, as normas culturais de lazer, como esportes, eram tabu também. Como uma criança que está sendo criada em uma família pentecostal, John Ashcroft, o ex-procurador-geral, não foi autorizado a andar de bicicleta nos domingos.

Com o tempo, a justificativa oficial para as leis mudaram, mas ainda eram os protestantes que as empurraram. “Na década de 1820, eles iriam dizer que este é um momento de fazer uma pausa para refletir sobre nossas obrigações religiosas a Deus”, disse David Sehat, um historiador da Universidade Estadual da Georgia. Mas por volta de 1870 “, eles começaram a usar a justificação do Papa Francisco: “a hora de passar o tempo com a família", para “a preservação da saúde e a promoção da boa moral”, usando a linguagem de um jurista.

E o movimento de temperança, que, naturalmente, apoiou leis contra a venda de bebidas alcoólicas no domingo, era protestante em caráter. Os ativistas muitas vezes representavam imigrantes católicos como bêbados.

Hoje, as leis estão desaparecendo, relíquias de um tempo em que a cultura protestante era mais dominante. Connecticut, por exemplo, finalmente decidiu permitir a venda de bebidas alcoólicas de domingo no ano passado. E nos Estados Unidos, o domingo perdeu seu caráter sagrado. A maioria dos cristãos vêem pouco conflito em ir à igreja pela manhã, em seguida, assistir a um jogo de futebol talvez com a família, ou ir em um bar de esportes – no período da tarde.

A tradição sabatista foi mantida, de uma forma séria, por alguns pequenos grupos de religiosos protestantes e, claro, por judeus observantes. E, é assim que acontece, entre aqueles que pensam em si mesmos como cristãos e judeus. Os “Judeus messiânicos”, que acreditam na divindade de Jesus, mas dão uma atenção especial às raízes judaicas do cristianismo, muitas vezes são muito ligados a observância do sábado.

Sarah Posner, uma escritora do site ReligionDispatches.org, lembrou sobre uma conferência de judeus messiânicos que ela participou no ano passado em Ellicott City, Maryland “Eles não estavam vendendo seus livros, CDs e DVDs no sábado, porque não querem trocar o dinheiro“, disse Posner. “Mas eles estavam usando eletricidade” – que os judeus tradicionais não usam.

Nosso país religiosamente diverso inclui aqueles que chamam o seu dia de descanso semanal de “um sábado secular.” Alguns grupos podem até não ter um conceito de sabatismo. No Islã, por exemplo, “há uma objeção teológica profunda para a ideia de que Deus descansou no sétimo dia”, de acordo com Marion Holmes Katz, um estudioso do Islã na Universidade de Nova Iorque. “A ideia de Deus descansar parece implicar que Deus está cansado. Assim, toda a ideia de que você se abstenha de trabalho como uma espécie de recapitulação ritualizada ou aceno simbólico para o processo de criação – causa tensão no Islã “.

Mas no catolicismo, como o Papa Francis sugere, o sabbath realmente importa – o dia inteiro, como ensina o Catecismo, no parágrafo 2185, “Aos domingos e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis devem abster-se de se envolver em trabalho ou atividades que impedem o culto devido a Deus, a alegria própria ao dia do Senhor, o desempenho das obras de misericórdia, e o relaxamento adequado da mente e do corpo.

A Igreja Católica tem vindo a recuperar este ensinamento, pelo menos desde 1998, quando o Papa João Paulo II publicou a Carta Apostólica “Dies Domini”. Lá, ele escreve que “mesmo nos países que dão sanção legal para o caráter festivo do domingo, mudanças na condições socioeconômicas, muitas vezes levou a profundas modificações de comportamento social e, portanto, o caráter de domingo.“

Em outubro passado, cerca de 250 bispos se reuniram em Roma para uma conferência sobre o movimento chamado da Nova Evangelização, que se concentra em despertar a fé em quem já foi batizado. Uma de suas conclusões foi: “Mesmo que haja uma tensão entre o domingo cristão e o domingo secular, o domingo [cristão] deve ser recuperado” – eles escreveram conforme João Paulo II em “Dies Domini”.

Claro, aqueles que pregam um sabbath relaxante, com amigos e familiares, estão muitas vezes trabalhando duro no dia que eles exaltam. Para os membros do clero, o sabbath é o mais movimentado dia de trabalho da semana. Um charme do livro do “Papa Francisco” é o quanto podemos aprender sobre os passatempos do novo papa, como a leitura do poeta romântico alemão Friedrich Hölderlin e ouvir óperas de Verdi. Imagina-se que agora, mais do que nunca, que o domingo não é o seu dia para a leitura de lazer, nem um bom momento para pegar uma exibição de “Babette’s Feast”.



Nota DDP: Não é de se admirar que, mais cedo ou mais tarde (neste caso bem cedo), o tema viria à baila. Temos assim, como no pontificado anterior, que os temas ecumenismo e santificação do domingo continuam na pauta do dia.
 
 

Final dos Tempos: Grupo distribui cartilha de sexo gay nas escolas





Fonte: Adventismo em Foco

Significado das chuvas Temporã e Serôdia



significado das chuvas temporã e serôdia
As chuvas temporã e serôdia, são usadas na Bíblia como um termo simbólico do derramamento do Espírito Santo. Esses termos estão relacionados com a estação das chuvas anuais da Palestina.
A chuva Temporã caía durante o outono no tempo de semear a terra garantindo assim, a colheita do inverno. Sem essa chuva a semente não germinava, por isso, essa chuva era necessária para fazer brotar a semente. A chuva serôdia caia durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita.
Simbolicamente, a chuva Temporã significa o derramamento do Espírito Santo que aconteceu no início da igreja primitiva (Atos, capítulo 2). Essa manifestação do Espírito Santo, veio para germinar a semente do evangelho que estava sendo semeada.
A chuva Serôdia representa o derramamento do Espírito Santo que se manifestará nos últimos dias da história deste mundo e irá preparar a terra para a colheita que Cristo realizará na sua 2ª vinda..
Cremos que a chuva serôdia é um acontecimento futuro. No entanto é possível que individualmente recebamos “respingos” dessa chuva.
A chuva temporã capacitou os apóstolos para realizar sua obra prodigiosa. A chuva serôdia será um dos maiores acontecimentos da história da igreja. Tem dois propósitos principais:
a) Fortalecer o povo de Deus para enfrentar o tempo de angústia e estar em pé durante as 7 pragas.
b) Capacitar a igreja para dar o último alerta a este mundo caído (terminar a obra da pregação).
A promessa da chuva serôdia (dom do Espírito Santo) foi dada aos cristãos sob condições especiais. Precisamos sentir nossa pecaminosidade, submeter-nos completamente a Deus e buscar com fé e oração o poder do Espírito Santo.
A chuva temporã precisa ser experimentada hoje para que estejamos em condições de receber a chuva serôdia. Esse experimentar hoje é alcançado pela confissão e abandono de todo o pecado. É necessário estar disposto a ser usado e guiado pelo Espírito; eliminar todas as discussões e despojar-se completamente do Eu.
A grande questão agora é esta: que estamos nós fazendo, ou permitindo que Deus faça, para que venha sobre nós a chuva serôdia e logo Cristo volte à terra para nos buscar para o reino celestial?
 
 

Celebridades estão aderindo a culto satânico

Aleister Crowley: famoso satanista britânico do início do século XX, guru de celebridades, inclusive políticas, e membro da OTO.

Embora a Cientologia, que tem entre seus mais famosos adeptos os atores Tom Cruise e John Travolta, tenta se consolidar coma a religião das celebridades, segundo o jornal Daily Mail ela está perdendo terreno para a OTO.
A sigla é uma abreviação de Ordo Templi Orientis [Ordem do Templo Oriental], uma seita fundada no fim século 19, na Alemanha ou na Áustria. Seu fundador é um mistério, mas os mais prováveis seriam o empresário austríaco Carl Kellner, ou Franz Hartmann e Henry Klein. Ela se tornou mais conhecida pelos escritos por Aleister Crowley. Entre as práticas religiosas de seus seguidores estão rituais sexuais sadomasoquistas com homens e mulheres e uso de drogas pesadas, como ópio, cocaína, heroína e mescalina.
Jimmy Page, guitarrista da banda Led Zeppelin, o rapper Jay-Z e socialite Peaches Geldof, seriam as celebridades que seguem esse culto satânico. Page participaria habitualmente de rituais de magia negra e chegou a comprar a casa onde Crowley viveu, às margens do Lago Ness, na Escócia. Jay-Z estaria usando símbolos da OTO em sua linha de roupas, Rocawear, usadas por Rihanna, por exemplo. E a socialite Peaches, exibe agora no antebraço direito uma tatuagem com as iniciais OTO dentro de um coração. Pelo Twitter, milhares de seus seguidores ficaram sabendo que ela é uma seguidora e recomendou que eles lessem o material de Crowley.
O profeta Crowley, como ficou conhecido, nasceu em uma rica família inglesa em 1875. Ele denominou-se como “a Grande Besta do 666″. Por ocasião de sua morte, em 1947, foi chamado de “o pior homem do mundo”. Seu lema (e da OTO) é “Faze o que tu queres”, frase muito similar ao lema de Anthony LaVey, que escreveu a Bíblia Satânica em 1969.
Se a maioria das pessoas disserem que nunca ouviram falar da OTO, esse é justamente um dos objetivos da seita, que prefere ficar restrita. Muitos de seus símbolos e nomenclaturas são parecidas com os usados pela maçonaria.  O líder do grupo no Reino Unido é John Bonner, de 62 anos. Ele disse ao Daily Mail que a OTO não deseja ter apelo popular. Disse apenas: “No Reino Unido somos centenas. No mundo, milhares”.
Ted Gundersen, um ex-agente do FBI que investigou grupos satânicos em Los Angeles, descobriu que os ensinamentos de Crowley sobre invocação de demônios necessitavam de sacrifício humano, de preferência de jovens.
Bonner nega os excessos, ressaltando que a sua é a única religião que estimula as pessoas a serem quem são, fazerem o que bem quiser, sem regras. Possivelmente esse seja um grande atrativo para as celebridades, que vivem vigiadas pela mídia.
Segundo a página da OTO no Brasil, também chamada de Ordem dos Templários Orientais, seu objetivo é “o engrandecimento do Ser Humano e à consagração de sua Liberdade, através do seu avanço em Luz, Sabedoria, Entendimento, Conhecimento e Poder. A O.T.O. trabalha dentro dos princípios da Lei de Thelema, como consta na revelação do Livro da Lei, a fim de fundar as bases de uma Irmandade Universal por meio da Beleza, Coragem e Inteligência”. Com informações Daily Mail e OTO BR.


Fonte:  Gospel Prime

Apocalipse zumbi e o desafio da camisinha

Duas notícias bizarras me chamaram a atenção hoje e me fizeram pensar em duas coisas: ou estou ficando realmente velho ou é o fim do mundo mesmo – bem, na verdade, são as duas coisas ao mesmo tempo.

A primeira notícia, veiculada no portal G1, informa que “dezenas de zumbis ‘invadiram’ o campus da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, na terça-feira (23), em um evento que, além de data e hora marcada, teve um objetivo nobre: testar os conhecimentos dos alunos da Escola de Saúde Pública da instituição sobre as técnicas de primeiros socorros e preparação para emergências. Segundo a professora da universidade, Eden Wells, os alunos matriculados na disciplina de epidemiologia e gestão de desastres na saúde pública foram forçados a pensar além dos planos típicos de preparação e resposta durante o exercício de ‘apocalipse zumbi’. [...] A ideia do treinamento é inspirada em um currículo desenhado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão do governo norte-americano. O CDC explica que o curso usa a preparação contra um ataque de zumbis para alcançar e engajar diversos públicos na necessidade de reagir a uma tragédia inesperada.” As autoridades norte-americanas (e até a Nasa) andam muito preocupadas com tragédias...

A outra notícia, publicada na seção “Bem Estar”, também do G1, trata da nova mania entre alguns jovens: aspirar preservativos pelo nariz e depois retirá-los pela boca (como se não bastassem os jovens que consomem álcool pelo reto e pela vagina). Segundo a matéria, “a brincadeira, identificada geralmente como ‘condom challenge’ (desafio da camisinha), é feita por adolescentes de diversos países, inclusive o Brasil”. [Mas] “especialistas em otorrinolaringologia desaconselharam a brincadeira e apontaram os riscos que ela pode trazer. Segundo eles, a prática pode causar desde uma sinusite grave até, em tese, a obstrução do pulmão, o que, em último caso, levaria o indivíduo à morte”.


Como disse, são notícias que me fazem sentir em outro planeta – diferente daquele dos meus tempos de jovem/adolescente. No meu tempo, também se faziam algumas “loucuras”, mas a moçada hoje está “se superando” – sem contar a violência gratuita que leva um assaltante a matar o assaltado, mesmo depois de ter levado dele o que queria (indício de que a vida está cada vez mais desvalorizada); o número crescente de estupros como “arma de guerra” e praticados até contra crianças; o aumento assombroso das doenças sexualmente transmissíveis e dos comportamentos de risco e imorais; e por aí vai. Pelo visto, só falta mesmo o “apocalipse zumbi”. Mas que o desfecho apocalíptico da história ocorra antes disso. Essa é a minha esperança.[MB]
 
 
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