sexta-feira, 25 de maio de 2012

Arqueólogos encontram primeira prova da existência de Belém descrita na Bíblia

Bloco de argila com a inscrição "Bat Lechem" foi localizado em escavações em Jerusalém


Arqueólogos israelenses acharam em Jerusalém um selo de argila com a inscrição "Bat Lechem", a primeira evidência arqueológica da existência de Belém durante o período em que aparece descrito na Bíblia. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23) pela Autoridade de Antiguidades de Israel.

O artefato foi encontrado durante as polêmicas escavações do "Projeto Cidade de David", situado no povoado palestino de Silwán, no território ocupado de Jerusalém Oriental. Trata-se de uma espécie de esfera de argila que se usava para carimbar documentos e objetos, datada entre os séculos VII e VIII a.C.

"É a primeira vez que o nome de Belém aparece fora da Bíblia em uma inscrição do período do Primeiro Templo, o que prova que Belém era uma cidade no reino da Judéia e possivelmente também em períodos anteriores", disse Eli Shukron, responsável pelas escavações, em comunicado oficial.

"A peça é do grupo dos 'fiscais', ou seja, uma espécie de selo administrativo que era usado para carimbar cargas de impostos que se enviavam ao sistema fiscal do reino da Judéia no final dos séculos VII e VIII a.C", contou o especialista.

Fonte: ÉPOCA

3 Dicas – “Quando decidi servir a Cristo, terminei o namoro”



Ked: “Olá Pastor! Bom dia! Antes de me converter, namorei por mais de 7 anos com um rapaz. O sentimento sempre foi muito forte. Quando decidi servir a Cristo, terminei o namoro. Voltamos algumas vezes e tive que terminar de novo por três vezes. Falei pra Deus que ainda o amava muito, mas amava mais a Cristo. Da última vez, falei pra ele sumir da minha vida, não me ligar, nem me mandar mensagens. Porém o sentimento continua, não sei mais o que fazer. Faço propósito, oro, suplico. Acredito que para Deus é sim e não ou espere. O Senhor sempre me responde para esperar, confiar, descansar. Realmente Deus tem plano para nós dois? Ou estou presa a esse sentimento e me iludindo? Não consigo ver outra pessoa. Como faço para me libertar. Sei que vai dizer: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Mas… o que fazer? Me responda por favor. Parabéns pelo seu livro: Alcance o Poder, é simplesmente maravilhoso. Deus o abençoe!”

Olá ked, estou percebendo seu profundo desejo de fazer a vontade do Senhor, parabéns! Também me senti muito comovido em ver uma jovem se propondo amar mais a Deus do que qualquer outra pessoa que seja. Este é o verdadeiro caminho para a felicidade. O que adianta sorrir hoje e chorar amanhã? O melhor é chorar hoje para sorrir o resto da vida e depois sorrir pela eternidade. O que acha você?

Vamos às 3Dicas para você superar seus sentimentos:

1.É preciso dar tempo ao tempo. Os sentimentos não são resolvidos na velocidade da razão. Existe o tempo de luto por algo que se perdeu e varia de acordo com sua importância. Quanto mais ansiosa você estiver para esquecer seu namorado mais pensando nele você estará.

2.Você precisa de um desafio na vida. Trace uma nova meta, planeje algo bom e que traga crescimento para você. Use sua energia para redirecionar seus investimentos pessoais. Evite lamentar o passado e entenda que tudo faz parte do seu crescimento. Apegue-se a Deus para perdoar e se libertar dos sentimentos de tristeza.

3.Não se isole, conquiste novos amigos, mude a rotina e respire novos ares. Não é fácil, mas você consegue. Sobre tudo invista ao máximo no seu relacionamento com Deus.

Nosso texto: Hebreus 10:36

“Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.”

Fonte: Novo Tempo

3 Dicas – “O que devo fazer para que a minha vontade por Cristo seja mais forte do que os prazeres mundanos?”



Manu: “Praticamente nasci sob os ensinamentos da igreja, estudei numa escola Adventista e me batizei. Na adolescência me afastei e hoje aos 26 anos não consigo voltar. Sinto muita falta da rotina da igreja, dos cultos e de cantar. As coisas do mundo ainda me atraem muito, mas não sou feliz, sinto um vazio enorme e sei que esse vazio só será preenchido por Jesus Cristo. O que devo fazer para que a minha vontade de estar ao lado de Cristo seja mais forte do que os chamados dos prazeres mundanos?! Preciso de ajuda. Isso tem me atormentado demais. Obrigada”.

Olá amiga, que maravilha que você sente a necessidade de voltar. Seu desejo é o resultado do trabalho de socorro que o Espírito Santo faz. Sendo assim, Deus não desistiu de você não, Ele deseja ardentemente pelo seu retorno aos Seus braços. Tem muitos filhos de Deus desviados que só voltam pela dor, mas, se Deus quiser, não será o seu caso.

Vamos às 3Dicas:

1.Tudo começa com uma decisão séria, racional e consequente. Diga sim para quem a ama e tem todo o poder para salvá-la.

2.Fale com Deus sobre sua dificuldade e peça forças para persistir em sua decisão. Tudo que você precisa é se apaixonar por Jesus e isso só pode acontecer se você busca-Lo de todo o coração.

3.Entenda que Deus a perdoa de todos os seus pecados e deseja restaurá-la completamente. Contudo sua mudança não acontecerá da noite para o dia, é preciso ter paciência e persistência para que Jesus realize uma grande obra em sua vida. Mude de amigos e evite lugares que conduzem você a caminhos de morte.

Nosso texto: 1Reis 18:21

“Elias chegou perto do povo e disse: – Até quando vocês vão ficar em dúvida sobre o que vão fazer? Se o SENHOR é Deus, adorem o SENHOR; mas, se Baal é Deus, adorem Baal! Porém o povo não respondeu nada”.

Fonte: Novo Tempo

3 Dicas – “Deus fez um milagre, mas me sinto triste por não estar correspondendo”



Débora: “A paz do Senhor! Eu estou passando por um período, meio confuso. Fiquei fora da igreja uns 14 anos e já faz 4 anos que retornei a casa do pai. O pastor da minha igreja é como um pai também, ele me ajudou muito porque eu não era casada com meu marido e então não participava da Santa Ceia do Senhor e isso me frustrava bastante, até que um dia meu esposo resolveu casar-se comigo. DEUS foi tremendo nesse período difícil que passei e graças a Deus que hoje meu esposo está convertido ao evangelho e agora ele é cooperador da igreja. Só que em vez de ficar muiiiito feliz, eu tenho sentido uma certa tristeza pois vejo que não tenho correspondido ao Senhor de forma que Ele merece, não tenho conseguido orar como antes nas madrugadas. Pastor eu vejo dificuldade para levantar, eu rogo encarecidamente por suas orações, pois eu preciso muito de DEUS e não quero me afastar dEle. Me ajude, sei que o inimigo tem lutado muito contra minha vida e meu ministério, que é fazer a obra missionária e ganhar almas para o reino de DEUS. Tenho me sentido bastante desmotivada, mas amo esse programa mesmo eu sendo de outra denominação, faço cursos que vocês oferecem ,sempre fui muito bem tratada, obrigada pela atenção. A Paz do Senhor!”

Olá Débora! Gostei da sua mensagem! Você o desejo de fazer mais por Cristo Jesus pelo grande amor e gratidão que você sente por Ele. Louvado seja Deus! Por outro lado você está com dificuldades para reagir e sente-se um pouco desmotivada.

Vamos então às 3Dicas:

1.Observe que você precisa investir mais em sua comunhão porque é justamente o seu ponto mais frágil e que precisa ser socorrido. Comesse pedindo ao Espírito Santo que lhe acorde de madrugada para você falar com Ele. Experimente pedir e você vai ver que Ele irá acordá-la mesmo para um momento de intimidade com Deus.

2.Evite ficar assistindo programas de TV como novelas, programas de auditório e outras coisas mais que roubam o seu tempo com Deus e deixa o seu coração vazio. Ah, cuide também da sua saúde, faça exercícios e se alimente de forma saudável, tudo isso influencia no seu estado de espírito e sensibilidade espiritual. Faça a dieta de Daniel 1 e Gênesis 1:29.

3.Lei a Bíblia em oração, meditando e observando as orientações de Deus para você. Faça isso todos os dias.

Nosso texto: Josué 3:5

“Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós”.

Fonte: Novo Tempo

O Grande Conflito 18 - O Fim do Grande Conflito



História da adoração 5 – O mau uso do livre arbítrio


“Foram as tuas mãos que me formaram e me fizeram…” (Jó 10:8) – NVI
Ao criar Adão e Eva, DEUS os fez à Sua semelhança. Isto quer dizer que eles eram seres com capacidade de tomar decisões racionais. Uma decisão racional é a que considera informações para decidir e leva em conta as conseqüências. Seres racionais têm ciência dos porquês para tomar certas decisões e tem ciência dos efeitos delas.
Essa é uma condição para que esses seres sejam felizes. E como já estudamos em capítulos anteriores, DEUS cria seres a Sua semelhança para serem felizes junto com Ele.
Mas por que é necessário ser livre para ser feliz? Isso é bem simples. Se você for uma mulher, imagine o seu parceiro, se for um homem, imagine a sua parceira. Então cada um tem seu cônjuge para imaginar. Pense que esse cônjuge está programado para sempre fazer o bem a você e nunca lhe magoar. Mesmo que você fosse livre, poderia haver amor com alguém assim? Essa seria uma pessoa que amaria você porque tem um programa para essa finalidade, mas não porque ela mesma decide assim.
Agora imagine duas pessoas programadas, para uma amar a outra. Elas se amam sem a menor possibilidade de terem outra escolha. Podem até se amar, mas será um amor, digamos, forçado, mecânico, imposto por um terceiro. Na verdade isso não é amor autêntico.
E eles poderão ser felizes? Absolutamente não porque não conseguem decidir amar um ao outro, embora se amem. Veja bem, não há decisão de amar, amam-se porque assim foi determinado. E, portanto, não podem ser felizes, porque a única opção que eles tem é um fazer o outro feliz.
E como é isso quando os seres são livres? Em primeiro lugar, cada um decide se vai amar ou não a outra pessoa. Então, por sua iniciativa e vontade própria, decide fazer uma quantidade de coisas para deixar a outra pessoa feliz. A outra pessoa sente que isso vem do coração, da vontade, e isso se chama correspondência. O amor de um e de outro é correspondido por livre vontade. Isso é autêntico, assim nos sentimos valorizados. O seu cônjuge te ama porque assim decide, e torna a decidir todos os dias. Entre outras opções essa pessoa sempre decide por você, e é isso que nos faz felizes: alguém que nos escolheu continua decidindo manter essa escolha. Ela continua dia-a-dia nos valorizando, e assim nos sentimos bem.
Sendo assim, DEUS não possuía outra escolha senão criar os seres a Sua semelhança livres. Isto significa que deveriam ter opções em tudo com que se defrontassem na vida. ."Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu DEUS, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu DEUS, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la.Porém, se o teu coração se desviar, e não quiser dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra â qual vais..Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunho contra ti, que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência."Dt 30:15-19.
Um homem, assim como uma mulher, por exemplo, podem escolher alguém para se casar. São livres para isso.Podem depois deixar a pessoa escolhida e ir embora. São livres para isso. DEUS disse que não nos deveríamos separar, pois o comprometimento é essencial para a felicidade, pelos mesmos argumentos acima. Mas, se assim desejarem, sabem que existirão efeitos, e se separam, e ninguém o impedirá.
E a principal escolha, qual é? O ser humano, criado por DEUS, pertence a DEUS, mesmo assim, tem a liberdade de escolher, se desejar, seguir a outro senhor. Esse outro pode ser uma estátua, algum astro, outra pessoa ou até ela mesma. Saiba, no entanto que fazendo isso, morrerá, pois se desliga por vontade própria da única fonte de vida que existe. Saiba também que vai sofrer, pois se desliga da única fonte de felicidade.
Adão e Eva foram criados livres. Seus descendentes seriam também livres. Mas Adão e Eva um dia desses não souberam fazer uma escolha inteligente. Decidiram dar ouvidos a Lúcifer, que estava a procura de adeptos para o adorar. Esse ser queria ser deus, embora não tivesse as condições. Então foi que Adão e Eva se desligaram de seu Criador, e obtiveram a condição de mortais, assim como todos os seus descendentes.
"Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte"Jr 21:8 Qual destes dois você irá escolher?
"...escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência."Dt30:19
REFLEXÃO: “Lembra-te que me moldaste como o barro; e agora me farás voltar ao pó? (Jó 10:9) – NVI


Fonte: Bíblia e a Ciência

Sansão

 
Baseado em Juízes 13-16.
Em meio da ampla apostasia, os fiéis adoradores de Deus continuaram a pleitear com Ele o livramento de Israel. Posto que não fossem aparentemente atendidos, embora ano após ano o poder do opressor continuasse a repousar mais pesadamente sobre a terra, a providência de Deus lhes estava preparando auxílio. Mesmo nos primeiros anos da opressão dos filisteus, nascera uma criança por meio da qual era desígnio de Deus humilhar a força daqueles poderosos adversários.
À beira do território montanhoso, sobranceiro à planície da Filístia, achava-se a cidadezinha de Zorá. Ali morava a família de Manoá, da tribo de Dã, uma das poucas casas que em meio da deserção geral permaneceram fiéis a Jeová. À mulher de Manoá, a qual não tinha filhos, o “Anjo do Senhor” apareceu, com a mensagem de que ela teria um filho, por meio de quem Deus começaria a livrar Israel. Em vista disto o Anjo lhe deu instruções com relação aos seus próprios hábitos, e também quanto ao tratamento do filho: “Agora, pois, guarda-te de que bebas vinho, ou bebida forte, ou comas coisa imunda”. Juízes 13:4. E a mesma proibição deveria ser imposta desde o princípio à criança, com o acréscimo de que o cabelo não lhe deveria ser cortado; pois que cumpria ser ele consagrado a Deus como nazireu desde o seu nascimento.
A mulher procurou o marido, e depois de descrever o Anjo, repetiu sua mensagem. Então, receosos de que cometessem algum erro na importante obra a eles confiada, orou o esposo: “Rogo-te que o homem de Deus, que enviaste, ainda venha para nós outra vez e nos ensine o que devemos fazer ao menino que há de nascer”. Juízes 13:8.
Quando o Anjo de novo apareceu, a ansiosa indagação de Manoá foi: “Qual será o modo de viver, e serviço do menino?” A instrução prévia foi repetida: “De tudo quanto Eu disse à mulher se guardará ela. De tudo quanto procede da vide de vinho não comerá, nem vinho nem bebida forte beberá, nem coisa imunda comerá; tudo quanto lhe tenho ordenado guardará.”
Deus tinha uma importante obra para o prometido filho de Manoá realizar, e foi para assegurar-lhe as habilitações para esta obra que os hábitos de ambos, mãe e filho, deveriam ser cuidadosamente regulados. “Nem vinho nem bebida forte beberá” foi a instrução do Anjo à mulher de Manoá; “nem coisa imunda comerá: tudo quanto lhe tenho ordenado guardará”. Juízes 13:12-14. O filho será influenciado para o bem ou para o mal pelos hábitos da mãe. Ela própria deve ser governada pelos princípios, e praticar a temperança e renúncia de si mesma, se quer o bem-estar do filho. Conselheiros imprudentes insistirão com a mãe quanto à necessidade de satisfazer todo o desejo e inclinação; mas tal ensino é falso e pernicioso. A mãe é colocada por ordem do próprio Deus sob a obrigação mais solene de exercer o domínio de si mesma.
E os pais, bem como as mães, acham-se incluídos nesta responsabilidade. Pai e mãe transmitem aos filhos suas características, mentais e físicas, e suas disposições e apetites. Como resultado da intemperança paterna, as crianças muitas vezes têm falta de força física, e de capacidade mental e moral. Alcoólatras e fumantes podem transmitir a seus filhos seu insaciável desejo, seu sangue inflamado e nervos irritáveis; e efetivamente o fazem. O libertino, muitas vezes, lega à prole, como herança, os seus desejos impuros, e mesmo doenças repugnantes. E, como os filhos têm menos poder para resistir à tentação do que o tiveram seus pais, a tendência é que cada geração decaia mais e mais. Em grau elevado, os pais são responsáveis não somente pelas paixões violentas e apetites pervertidos dos filhos, mas também pelas enfermidades de milhares que nascem mudos, cegos, doentes ou idiotas.
A indagação de cada pai e mãe deve ser: “Que faremos pelo filho que nos nascerá?” O efeito das influências pré-natais tem sido por muitos considerado levianamente; mas a instrução enviada do Céu àqueles pais hebreus, e duas vezes repetida da maneira mais explícita e solene, mostra como é este assunto considerado por nosso Criador.
E não era bastante que o filho prometido recebesse um bom legado dos pais. Este devia ser seguido de um ensino cuidadoso e da formação de hábitos corretos. Deus determinara que o futuro juiz e libertador de Israel fosse desde a infância ensinado na estrita temperança. Devia ser nazireu desde seu nascimento, achando-se assim posto sob proibição perpétua do uso do vinho ou de bebida forte. As lições de temperança, renúncia e governo de si mesmo devem ser ensinadas às crianças mesmo desde a primeira infância.
A proibição do Anjo incluía toda a “coisa imunda”. Juízes 13:14. A distinção entre alimentos limpos e imundos não era um estatuto meramente cerimonial e arbitrário, mas baseava-se em princípios sanitários. À observância desta distinção pode atribuir-se em grande parte a maravilhosa vitalidade que durante milhares de anos tem distinguido o povo judeu. Os princípios de temperança devem ser mais abrangentes do que a mera abstenção de bebidas alcoólicas. O uso de alimento estimulante e indigesto é, muitas vezes, tão ofensivo à saúde como aquelas, e em muitos casos lança as sementes da embriaguez. A verdadeira temperança nos ensina a dispensar inteiramente todas as coisas nocivas, e usar judiciosamente aquilo que é saudável. Poucos há que se compenetram, como deviam, do quanto seus hábitos no regime alimentar têm que ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo e seu destino eterno. O apetite deve sempre estar sob a sujeição das faculdades morais e intelectuais. O corpo deve ser o servo da mente, e não a mente a serva do corpo.
A promessa divina a Manoá foi cumprida no tempo devido com o nascimento de um filho, a quem foi dado o nome de Sansão. Crescendo o rapaz, tornou-se evidente que possuía extraordinária força física. Isto, entretanto, não dependia, conforme Sansão e seus pais bem sabiam, de seus compactos músculos, mas sim de sua condição de nazireu, de que o seu cabelo não cortado era símbolo. Houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz. Mas a associação com os idólatras o corrompeu. Achando-se a cidade de Zorá próxima do território dos filisteus, Sansão veio a travar relações amistosas com eles. Assim, em sua mocidade surgiram camaradagens cuja influência lhe obscureceu toda a vida. Uma jovem que habitava na cidade filistéia de Timnate, conquistou as afeições de Sansão, e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: “Ela agrada aos meus olhos”. Juízes 14:3. Os pais finalmente cederam aos seus desejos, e realizou-se o casamento.
Exatamente quando entrava para a varonilidade, época em que deveria executar sua missão divina — tempo este em que mais do que em todos os outros deveria ser fiel a Deus — ligou-se Sansão aos inimigos de Israel. Não procurou saber se poderia melhor glorificar a Deus estando unido ao objeto de sua escolha, ou se se encontrava a colocar-se em posição em que não poderia cumprir o propósito a ser realizado pela sua vida. A todos os que em primeiro lugar procuram honrá-Lo, Deus prometeu sabedoria; mas não há promessa àqueles que se inclinam a agradar a si mesmos.
Quantos não estão adotando a mesma conduta de Sansão! Quantas vezes se efetuam casamentos entre os que são tementes a Deus e os ímpios, porque a inclinação governa a escolha de marido ou mulher! As partes não pedem conselho de Deus, nem têm em vista a Sua glória. O cristianismo deve ter influência dominante na relação matrimonial; mas dá-se muitas vezes o caso de que os motivos que determinam esta união não se coadunam com os princípios cristãos. Satanás procura constantemente fortalecer o seu poder sobre o povo de Deus, induzindo-os a entrar em aliança com seus súditos; e a fim de realizar isto ele se esforça por despertar paixões impuras no coração. Mas o Senhor em Sua Palavra instruiu claramente Seu povo a não se unir àqueles nos quais não habita o amor para com Ele. “Que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos?” 2 Coríntios 6:15, 16.
Em sua festa nupcial foi levado Sansão à associação familiar com os que odiavam ao Deus de Israel. Quem quer que voluntariamente entre para uma relação tal, sentirá a necessidade de se conformar até certo ponto com os hábitos e costumes de seus companheiros. O tempo assim despendido é mais que desperdiçado. Entretêm-se pensamentos e falam-se palavras que tendem a derribar as fortalezas dos princípios e enfraquecer a cidadela da alma.
A esposa, para cuja obtenção Sansão transgredira o mandado de Deus, mostrara-se traidora a seu esposo antes de encerrar-se a festa nupcial. Irado pela sua perfídia, Sansão abandonou-a por algum tempo, e foi sozinho para sua casa em Zorá. Quando, depois de acalmar-se, voltou em busca da esposa, encontrou-a como mulher de outro. Sua vingança, devastando todos os campos e vinhas dos filisteus, induziu-os a assassiná-la, embora as ameaças deles a houvessem compelido ao dolo com que tivera início aquela calamidade. Sansão já havia dado prova de sua força maravilhosa, matando sozinho um leão novo, bem como matando trinta dos homens de Asquelom. Agora, levado à cólera pelo bárbaro assassínio da esposa, atacou os filisteus, e feriu-os “com grande ferimento”. Então, desejando um seguro refúgio de seus inimigos, retirou-se para a “rocha de Etã” (Juízes 15:8), na tribo de Judá.
Para aquele lugar foi ele perseguido por poderosa força, e os habitantes de Judá, grandemente alarmados, concordaram de maneira vil em entregá-lo a seus inimigos. Em conformidade com isto, três mil homens de Judá subiram a ele. Mas mesmo com tal disparidade não teriam ousado aproximar-se dele, se não se houvessem assegurado de que ele não faria mal a seus compatriotas. Sansão consentiu em ser ligado e entregue aos filisteus; mas primeiro exigiu dos homens de Judá a promessa de o não atacarem, e o compelirem assim a destruí-los. Permitiu-lhes que o amarrassem com duas cordas novas, e foi levado ao arraial de seus inimigos por entre demonstrações de grande alegria. Mas, enquanto suas aclamações estavam a despertar ecos nas colinas, “o Espírito do Senhor possantemente Se apossou dele”. Juízes 15:14. Rebentou as fortes cordas novas como se fossem fios de linho queimados. Agarrando então a primeira arma à mão, a qual, embora fosse apenas a queixada de um jumento, foi mais eficaz do que espada ou lança, feriu os filisteus até que fugiram aterrorizados, deixando mil homens mortos no campo.
Estivessem os israelitas prontos a unir-se a Sansão, e continuar a vitória, e poderiam nesta ocasião ter-se livrado do poder dos opressores. Mas eles se haviam tornado desanimados e covardes. Negligenciaram a obra que Deus lhes ordenara fazer, desapossando os gentios, e uniram-se a eles nas suas práticas degradantes, tolerando-lhes a crueldade, e mesmo favorecendo-lhes a injustiça enquanto esta não se revertia contra eles. Ao serem trazidos sob o poder do opressor, submetiam-se timidamente à degradação de que poderiam ter escapado, caso houvessem tão-somente obedecido a Deus. Mesmo quando o Senhor lhes levantava um libertador, abandonavam-no com freqüência e uniam-se a seus inimigos.
Depois da vitória de Sansão, os israelitas o tornaram juiz, e governou Israel durante vinte anos. Mas um passo errado prepara o caminho para outro. Sansão tinha transgredido o mandado de Deus, tomando esposa dentre os filisteus, e outra vez aventurou-se a ir entre eles — agora seus inimigos mortais — com o fim de satisfazer paixões ilícitas. Confiando em sua grande força, que inspirara tamanho terror aos filisteus, foi ousadamente a Gaza visitar uma prostituta do lugar. Os habitantes daquela cidade souberam da sua presença, e estavam ansiosos de vingança. Seu inimigo estava encerrado com segurança dentro dos muros da mais potentemente fortificada de todas as suas cidades; estavam certos de sua presa, e apenas esperavam a manhã para completarem o seu triunfo. À meia-noite Sansão foi despertado. A voz acusadora da consciência encheu-o de remorsos, ao lembrar-se de que violara seus votos de nazireu. Mas, apesar de seu pecado, a misericórdia de Deus o não abandonara. Sua prodigiosa força de novo serviu para livrá-lo. Indo à porta da cidade, arrancou-a do lugar, e levou-a com as ombreiras e tranca ao cimo de uma colina no caminho de Hebrom.
Contudo, mesmo esta difícil escapada não lhe deteve a má conduta. Não se arriscou outra vez a ir entre os filisteus, mas continuou à procura daqueles prazeres sensuais que o estavam atraindo à ruína. Ele “se afeiçoou a uma mulher do vale de Soreque” (Juízes 16:4), não longe de seu próprio lugar de origem. O nome dela era Dalila — “a consumidora”. O vale de Soreque era célebre pelas suas vinhas; estas também ofereciam uma tentação ao vacilante nazireu que já havia condescendido com o uso do vinho, quebrando assim outro laço que o ligava à pureza e a Deus. Os filisteus observavam vigilantemente os movimentos de seu inimigo; e, quando este se degradou pela sua nova aliança, resolveram por meio de Dalila efetuar sua ruína.
Uma delegação composta de um dos principais homens de cada província filistéia, foi enviada ao vale de Soreque. Não ousavam tentar prendê-lo, enquanto estivesse de posse de sua grande força, antes era seu propósito saber, sendo possível, o segredo de seu poder. Subornaram, portanto, a Dalila, para o descobrir e revelar.
Importunando a traidora a Sansão com suas perguntas, ele a enganou declarando que a fraqueza de outros homens lhe sobreviria se fossem experimentados certos processos. Quando ela punha aquilo à prova, descobria-se o engano. Então ela o acusou de falsidade, dizendo: “Como dirás: Tenho-te amor, não estando comigo o teu coração? já três vezes zombaste de mim, e ainda me não declaraste em que consiste a tua força”. Juízes 16:15. Três vezes Sansão teve a prova mais clara de que os filisteus se haviam coligado com aquela que o encantava, a fim de o destruir; mas, quando fracassava o propósito dela, tratava o caso como simples gracejo, e bania cegamente os seus receios.
Dia após dia, Dalila insistia com ele, até que “sua alma se angustiou até à morte”; contudo um poder sutil o conservava ao lado dela. Vencido finalmente, Sansão deu a conhecer o segredo: “Nunca subiu navalha à minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como todos os mais homens.” Despachou-se imediatamente um mensageiro aos chefes dentre os filisteus, insistindo que viessem a ela, sem demora. Enquanto dormia o guerreiro, cortaram-lhe as pesadas porções de cabelo. Então, conforme fizera três vezes antes, ela chamou: “Os filisteus vêm sobre ti, Sansão.” Despertando subitamente, pensou em exercer sua força como antes, e destruí-los; mas os braços impotentes recusaram-se a cumprir a sua ordem, e soube que “o Senhor Se tinha retirado dele”. Juízes 16:16, 17, 20. Depois de ter sido rapado, Dalila começou a molestá-lo e a causar-lhe dor, pondo assim à prova a sua força; pois os filisteus não ousavam aproximar-se dele antes que estivessem completamente convencidos de que seu poder desaparecera. Então o agarraram, e havendo-lhe arrancado os olhos, levaram-no a Gaza. Ali foi preso com correntes e obrigado a trabalhos pesados.
Que mudança para aquele que fora juiz e campeão de Israel — agora fraco, cego, preso, rebaixado ao trabalho mais servil! Pouco a pouco, tinha violado as condições de sua vocação sagrada. Deus tinha tido muita paciência com ele; mas, quando se entregara tanto ao poder do pecado que traiu o seu segredo, o Senhor Se afastou dele. Não havia virtude alguma em seu longo cabelo, mas este era sinal de fidelidade para com Deus; e, quando sacrificou este símbolo na satisfação da paixão, perdeu também as bênçãos de que ele era um sinal.
No sofrimento e humilhação, como joguete dos filisteus, Sansão aprendeu mais acerca de sua fraqueza do que jamais soubera antes; e as aflições o levaram ao arrependimento. Crescendo-lhe o cabelo, a força lhe voltava gradualmente; seus inimigos, porém, considerando-o um prisioneiro algemado e indefeso, não tinham apreensões.
Os filisteus atribuíram a vitória aos seus deuses; e, exultantes, desafiaram ao Deus de Israel. Foi marcada uma festa em honra a Dagom, o deus-peixe, “protetor do mar”. Das cidades e dos campos, por toda a planície dos filisteus, o povo e seus grandes se congregaram. Multidões de adoradores enchiam o vasto templo e as galerias próximas do teto. Era uma cena de festa e regozijo. Havia a pompa do serviço sacrifical, seguido de música e banquetes. Então, como o máximo troféu do poder de Dagom, foi trazido Sansão. Aclamações de triunfo saudaram o seu aparecimento. O povo e os príncipes zombaram de seu estado miserável, e adoraram o deus que subvertera o “destruidor de seu país”. Depois de algum tempo, Sansão, como se estivesse cansado, pediu permissão para recostar-se de encontro às duas colunas centrais em que se apoiava o teto do templo. Proferiu então silenciosamente a oração: “Senhor Jeová, peço-Te que Te lembres de mim, e esforça-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus.” Com estas palavras, cingiu com os poderosos braços as colunas; e clamando: “Morra eu com os filisteus”, curvou-se e o teto caiu, destruindo em um só fragor toda aquela vasta multidão. “E foram mais os mortos que matou na sua morte do que os que matara na sua vida.”
O ídolo e seus adoradores, sacerdotes e camponeses, guerreiros e nobres, foram juntamente sepultados sob as ruínas do templo de Dagom. E entre eles estava o corpo gigantesco daquele que Deus escolhera para ser o libertador de Seu povo. Notícias da terrível destruição foram levadas à terra de Israel, e os parentes de Sansão desceram de suas colinas, e, sem encontrarem oposição, recobraram o corpo do finado herói. E “subiram com ele, e sepultaram-no entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá, seu pai”. Juízes 16:28-31.
A promessa de Deus de que por meio de Sansão começaria a “livrar a Israel da mão dos filisteus” (Juízes 13:5), foi cumprida; mas quão tenebroso e terrível é o relato daquela vida que poderia ter sido um louvor a Deus e uma glória para a nação! Se Sansão tivesse sido fiel à vocação divina, ter-se-ia cumprido o propósito de Deus em sua honra e exaltação. Mas ele rendeu-se à tentação, e mostrou-se infiel à sua incumbência; e sua missão cumpriu-se com a derrota, escravidão e morte.
Fisicamente falando, Sansão foi o homem mais forte da Terra; mas no domínio de si mesmo, na integridade e firmeza, foi um dos mais fracos. Muitos tomam erradamente as paixões fortes como caráter forte; mas a verdade é que aquele que é dominado por suas paixões é homem fraco. A verdadeira grandeza do homem é medida pela força dos sentimentos que ele domina, e não pelos sentimentos que o dominam.
O cuidado providencial de Deus estivera com Sansão, a fim de que ele pudesse estar preparado para realizar a obra que fora chamado a fazer. Mesmo no princípio da vida esteve cercado de condições favoráveis para a força física, vigor intelectual e pureza moral. Mas, sob a influência de companheiros ímpios, deixou aquele apego a Deus que é a única salvaguarda do homem, e foi arrastado pela onda do mal. Aqueles que no caminho do dever são levados à prova podem estar certos de que Deus os guardará; mas, se os homens voluntariamente se colocam sob o poder da tentação, cairão mais cedo ou mais tarde.
Justamente aqueles que Deus Se propõe usar como Seus instrumentos para uma obra especial, Satanás, empregando seu máximo poder procura transviar. Ele nos ataca em nossos pontos fracos, procurando, pelos defeitos do caráter, obter domínio sobre o homem todo; e sabe que, se tais defeitos são acalentados, terá bom êxito. Mas ninguém precisa ser vencido. O homem não é deixado só a vencer o poder do mal pelos seus fracos esforços. O auxílio está às mãos, e será dado a toda alma que realmente o desejar. Anjos de Deus, que sobem e descem pela escada que Jacó viu em visão, auxiliarão a toda alma, que o deseje, a subir mesmo aos mais altos Céus.
Ellen G. White, Patriarcas e profetas, Capítulo 54.

Está Escrito Adoração - Três coisas para esquecer

Equação do Fim


"Essa mesma classe alega que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade". O Grande Conflito, p. 587.

"Sua [de Satanás] obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho". Evangelismo, p. 26. (Veja matéria da Folha)

"Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116.

"Satanás dá sua interpretação aos eventos, e as pessoas pensam como ele quer que o façam, que as calamidades [naturais] que enchem a Terra constituem um resultado da transgressão do domingo. Imaginando aplacar a ira de Deus, essas pessoas influentes fazem leis impondo a observância do domingo". Eventos Finais, p. 129.
 
 

Cultura imediatista

"... mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade". Pv 16:32 (NVI)




"Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lc 12:15 (NVI)





Fonte: Minuto Profético

2012: ano dos acidentes com trens

Além dos acidentes ocorridos na Argentina – o terceiro pior da história do país (leia aqui) – e no Brasil (leia aqui), esta notícia ajudou a reafirmar a aparente tendência: Pelo menos 25 pessoas morreram e mais de 70 ficaram feridas na madrugada desta terça-feira após a colisão de dois trens na região de Andhra Pradesh, no sudeste da Índia, segundo informaram fontes oficiais citadas pela imprensa local. O acidente aconteceu à 0h local, quando o expresso de passageiros que liga as localidades de Hubli e Bangalore chocou-se contra um trem de mercadorias na estação de Penukonda, no distrito de Anantapur. Segundo explicou à agência indiana Ians um oficial da companhia ferroviária, a causa do acidente parece ter sido um erro de sinalização. Pelo menos quatro vagões descarrilaram pela força do impacto entre os dois trens, e um deles pegou fogo. [...]
Nota: “Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, de acidentes ferroviários e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo. Agora, agora mesmo, precisamos estar nos preparando para a segunda vinda do Senhor” (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 23).
 

Quinto tremor em quatro dias assusta mineiros

 
Um novo tremor de terra assustou moradores na tarde desta terça-feira (22) em Montes Claros, na Região Norte de Minas Gerais. De acordo com o Observatório Sismológico (Obsis) da Universidade de Brasília (UnB), o abalo foi registrado por volta das 14h. Este é o quinto terremoto confirmado em quatro dias na cidade. A cidade fica a 417 quilômetros de Belo Horizonte. O morador de Montes Claros Marco Aurélio Mesquita, de 37 anos, relatou que o abalo da tarde desta terça-feira (22) foi mais forte do que o do último domingo (20). “A população está assustada, não conseguimos mais dormir tranquilos”, contou o morador que ainda pediu por um esclarecimento de como agir em momentos como este.

O tenente Dilson Veloso, do Corpo de Bombeiros, explicou que em situações como esta a população deve manter a calma e a tranquilidade. Veloso falou ainda que o ideal seria sair de casa, ir para um quintal ou para a rua. “As pessoas devem procurar por um local aberto, pois são mais seguros”, explicou.
Neste sábado (19), o Obsis registrou dois tremores na cidade. O mais forte foi pouco antes das 11h, com duração de três segundos e intensidade de 4,2 graus na escala Richter. O segundo tremor foi registrado no começo da tarde. Não houve feridos, segundo o Corpo de Bombeiros. O solo voltou a tremer no domingo (20), quando foram notificados mais dois abalos com intensidades de 2,7 e 2,9 graus. Além dos registrados pelo observatório, moradores relataram ter sentido outros tremores. O chefe da Defesa Civil na cidade informou ao G1 que, ao todo, a terra tremeu seis vezes só durante o fim de semana. [...]
(G1 Notícias)

Fonte: Criacionismo

Todos na Mira - Parte 1, 2 e 3





Eu escolhi esperar, porque é a vontade de Deus

Eu escolhi esperar, porque essa é a vontade de Deus. Esse é o lema de uma campanha que está arrastando milhares de jovens que buscam por algo mais.

Eles querem fazer a diferença numa sociedade que estimula a sexualidade, a devassidão, a desonra e a banalização dos relacionamentos. Querem mostrar que esperar em Deus em todos os sentidos da vida é o segredo da verdadeira felicidade.

O idealizador dessa mobilização é o pastor Nelson Júnior. Ele trabalha há 20 anos com adolescentes e jovens ministrando em cultos, congressos, acampamentos e encontros.

Veja a entrevista que a Rádio Novo Tempo fez com o pastor Nelson e conheça um pouco mais desta mobilização.

Rádio Novo Tempo – Como surgiu o movimento “Eu escolhi esperar”?

Nelson Júnior - O “Eu escolhi esperar” é na verdade a história da minha própria vida. Fui criado na igreja, eu sei e passei pelas lutas de um adolescente cristão, eu sei o que é querer viver uma vida pura num mundo tão sujo. Eu fiquei solteiro por muito tempo, entendo as lutas que o jovem cristão passa. Por ter vivido e experimentado essas coisas eu tive a ideia de fazer um trabalho que um dia pudesse ajudar a outras pessoas, porque não havia coisas que ajudassem e instruíssem, foi daí que eu tive a ideia de começar a campanha com esse nome ‘Eu escolhi esperar”, porque é a minha própria história.

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“A vida de solteiro não é tempo de fazer o que se quer, o jovem precisa entender que o tempo de solteiro é a herança que ele vai levar para dentro do casamento.”

Pr. Nelson Júnior – Eu Escolhi Esperar

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Rádio Novo Tempo – Você disse que foi difícil esperar, nos conte um pouco mais sobre sua experiência?

Nelson Júnior - Foi difícil, porque nós vivemos em uma sociedade muito apelativa, que estimula as pessoas a viverem suas experiências sexuais, suas experiências emocionais de uma forma muito precoce. Hoje nós vemos crianças que já sofrem por amor, que já são apaixonadas por alguém, namorando, isso acontece de uma forma muito precoce e vivemos em uma sociedade que explora muito a sexualidade. Está se tornando muito difícil o jovem cristão viver uma vida que agrade a Deus, uma vida que se mantenha no caminho puro. É muito difícil, é muita luta. Eu costumo falar para os jovens que não é porque é difícil que é impossível. É possível sim, vivermos uma vida que agrade a Deus, é possível sim, apesar de todas as lutas, vivermos uma vida de santidade, observando os princípios e os caminhos do Senhor e obedecendo os seus mandamentos. É difícil, mas não é impossível.

Rádio Novo Tempo – Com certeza hoje em dia o jovem cristão enfrenta muitas pressões, em sua opinião quais são as mais difíceis para eles?

Nelson Júnior – As pressões são em duas áreas específicas. Emocionalmente falando ela estimula as pessoas a se relacionarem fora de hora, a namorarem fora de hora, sem propósito, essa é uma grande luta, e a segunda luta que todo jovem enfrenta é que a sociedade pressiona muito, é de que o jovem precisa ter experiências sexuais antes do casamento. A mídia explora muito isso, a sociedade, os pais, os amigos na escola, as pessoas da nossa convivência, estimulam o jovem a desenvolver e ter suas experiências sexuais antes do tempo correto. Nós sabemos que o sexo é uma benção, mas que o sexo foi separado por Deus especificamente para o casamento.

Rádio Novo Tempo – O escolher esperar vai muito além de relacionamentos não é?

Nelson Júnior – A nossa campanha trabalha com duas vertentes, com dois temas. Sexualmente falando esperar o tempo que Deus deu para vivermos nossas experiências sexuais dentro de um contexto correto, dentro do casamento, para marido e mulher. Em primeiro sentido nosso trabalho é trazer uma conscientização da juventude de que o sexo é para ser feito na hora certa, com a pessoa certa, da forma certa, e esse ambiente seguro e divino para que o sexo aconteça é o casamento. E o segundo trabalho nosso é mais além do que a discussão sexual, que é ajudar as pessoas a viverem uma vida emocionalmente saudável. Essa é a nossa proposta trabalhar nessas duas plataformas.

Rádio Novo Tempo – É um movimento que tem crescido muito, principalmente pelas redes sociais. Qual é o segredo do sucesso?

Nelson Júnior - Todo mundo me pergunta qual é o sucesso da campanha, por ela ter crescido tanto. Eu costumo dizer que não é o sucesso, acho que essa grande procura revela uma carência sobre o tema, carência de instrução de suporte voltado especificamente para o solteiro. Então eu acredito que a campanha caiu como uma luva para o coração de muitos jovens que sofrem suas lutas, tem suas dificuldades, não sabem como resolver. E a campanha veio para ajudar, para esclarecer, fortalecer, uma voz de estimulo, palavra de animo. É uma terceira via, costumo dizer. Tem os padrões normais que são estabelecidos pela sociedade e tem alternativa, essa campanha vem na contramão de todo um sistema promíscuo, um sistema libertino, irresponsável, danoso, e ai a gente vem com essa proposta de apoio e suporte, é por isso que eu acredito que tenha tido uma repercussão tão grande no meio da juventude cristã no Brasil inteiro e no exterior.

Rádio Novo Tempo – Mas o que o jovem cristão deve fazer para se manter puro diante de tanta pressão da sociedade?

Nelson Júnior – Na verdade fugir é difícil. É possível evitar, viver debaixo de outro padrão de uma forma prática. A Bíblia já diz “Como poderá o jovem manter puro o seu caminho? Observando a palavra de Deus”. A forma mais prática é o jovem desenvolver uma vida íntima de comunhão com Deus, uma vida de muito estudo, meditação da palavra, dedicação de oração, uma vida envolvida com a Igreja, trabalhando, servindo, cooperando, investindo o seu tempo com boas leituras, bons amigos e relacionamentos, se aplicando aos estudos. Não existe um segredo, existe um conjunto de coisas que cooperam para que esse tempo que nós estamos solteiros não se torne um tempo tão pesado, mas se torne um tempo precioso, porque a vida de solteiro não é tempo de fazer o que se quer, o jovem precisa entender que o tempo de solteiro é a herança que ele vai levar para dentro do casamento, tudo que nós fazemos quando solteiros vai repercutir na nossa vida de casados e é esse conceito que a gente tenta mostrar para os jovens.

Fonte: Novo Tempo

terça-feira, 22 de maio de 2012

Traída

A vida estava no auge do desabrochar. Era primavera! As flores estavam todas se abrindo e meu bebê chegaria dentro de quatro semanas.

Mas, de repente, foi como se a primavera deixasse de existir e da mesma forma, o futuro. Eu estava parada ao lado da gaveta da escrivaninha que se encontrava escancarada, e segurava algumas passagens de avião em minhas mãos. Havia um total de seis bilhetes, três viagens de ida e volta para duas pessoas, em nome de Carlos. Já fazia mais de um ano que eu não viajava com meu marido. Meu coração começou a bater forte, parecia que ia saltar pela boca.

Eu não queria acreditar nas evidências, mas ao mesmo tempo, sentia-me compelida a buscar algo mais concreto. Nessa busca, encontrei o que não poderia deixar dúvidas. Bilhetes de teatro para dois. Notas de restaurante provenientes de noites em que ficara “trabalhando” até mais tarde. Mais passagens de avião indicando que ele chegara à cidade, dois dias antes de vir para casa. Eu procurei algo em que me apoiar – a própria escrivaninha, uma cadeira, qualquer coisa. Meu marido estava tendo um caso com alguém. Meu corpo começou a tremer e minha cabeça a girar. De alguma forma, percebi que minha vida nunca mais seria a mesma.

Carlos e eu havíamos sido criados em famílias cristãs estáveis, conhecido um ao outro numa Escola Cristã, dedicado nosso casamento e nosso filho ainda por nascer, ao Senhor. Ele fazia parte de uma organização cristã. Juntos, nós orientávamos o grupo de adolescentes da igreja, éramos professores da Escola Dominical e, fielmente, freqüentávamos um grupo de estudo bíblico.

A vida estava sendo boa para nós! Carlos tinha um bom emprego, uma casa nova e um bebê a caminho em quatro semanas. O quarto do herdeiro estava prontinho; a decoração tendia para o amarelo. Não faltava nada das fraldas ao famoso “ursinho” de dormir. Não havia motivo para reclamar da vida.

Mas, ali estava eu com as passagens de avião em minhas mãos. Eu simplesmente não podia recolocá-las no fundo da gaveta e fingir que não existiam. Sentei-me e procurei ordenar meus pensamentos.

As coisas começaram a fazer sentido. A frieza com que Carlos vinha me tratando nos últimos tempos, o fato de estar sempre ocupado com os negócios, as noites que chegava tarde do trabalho, as partidas de tênis com o chefe, nos fins de semana e as freqüentes viagens da firma, a serviço. Veio até em minha mente, a imagem do Dia das Mães, apenas algumas semanas atrás. Foi a minha primeira e tão esperada comemoração do Dia das Mães pela qual eu vinha orando há seis anos. Os familiares de Carlos vieram para casa e trouxeram presentes para o bebê que estava a caminho – um macacãozinho azul, caso fosse menino e um vestidinho cor-de-rosa para menina. De repente, após o jantar, Carlos levantou-se abruptamente e comunicou que precisava ir correndo ao escritório para terminar um serviço para a manhã seguinte.

- Mas Carlos, é Dias das Mães. Será que você não pode esquecer os negócios pelo menos hoje? – sua mãe aventurou-se, em oposição àquela atitude.

Mas Carlos levantou-se e saiu. Era uma época de muito serviço para ele. Eu compreendia. Cem por cento dedicado ao trabalho, dava duro para que o bebê e eu pudéssemos ter uma vida confortável.

Mas, naquele momento, tudo se tornava mais claro! Ele não saiu a serviço no Dia das Mães. Tudo fazia parte de sua camuflagem, mentiras, infidelidade. Gotas de suor brotaram em minha testa e comecei a tremer. Minha primeira reação foi sair correndo e trocar todas as fechaduras para que ele não pudesse entrar. Eu não queria mais vê-lo na minha frente.

Fiquei parada no meio da sala enquanto uma dor imensa tomava conta de mim. A sala onde havíamos recebido tantos amigos! O sofá em que Carlos e eu, tantas vezes, havíamos sentado, sonhado e planejado juntos. Meus olhos foram até a poltrona azul de encosto alto onde apenas um mês atrás eu havia “construído” uma altar para o Senhor.

- Pai, conheço muitas coisas a seu respeito. Agora, quero conhecê-Lo de verdade… Venha o que vier.

Aquela reentrega estava tão viva em minha mente, como se tivesse acabado de ser feita. Eu também havia chorado naquele dia – lágrimas que encerravam o desejo de conhecer mais a Deus. À medida que Deus me levava para mais perto dEle, iniciava-se também, em minha vida, o processo de perdão, antes mesmo que eu precisasse colocá-lo em prática!



CONFRONTAÇÃO

-Bem, agora que você já sabe, existe realmente outra pessoa, e eu estou apaixonado por ela.

Foram estas as palavras de Carlos. Ditas da mesma forma e com a mesma entonação como se dissesse que estava indo à padaria comprar leite – sem o menor traço de culpa ou remorso.

-Já faz tempo que não sou feliz em nosso casamento. Uma vez que eu vou mesmo embora, é melhor ir agora.

Ele nem se deu ao trabalho de vestir o paletó! Em seu rosto, uma dureza tão grande, que eu nunca havia visto. De repente, eu o amei e odiei ao mesmo tempo. Queria que fosse embora, mas também queria segurá-lo e retê-lo para sempre. Ele se virou e caminhou em direção à porta. O paletó escorregava de seus ombros.

- Não precisa mais me esperar!

Eu não tive forças para responder!

Fiquei parada na porta olhando o carro se afastar até perder de vista. A sensação que eu tinha era de estar assistindo a um filme de pesadelo, ou de estar ouvindo a história de outra pessoa. Durante toda a noite a casa ficou vazia e silenciosa. Somente meu choro ecoava! Eu vagava pela casa chorando, entrava e saía do quarto do bebê, sempre chorando. Cerrei meus punhos e os levantei para Deus dizendo:

- Deus, quero que o Senhor saiba que, se este é o Seu plano para minha vida, ele é uma droga! Eu odeio o meu marido e odeio o que o Senhor está fazendo comigo e com o meu bebê.



O MOTIVO

- Mas, diga-me Suzanne, por que você acha que ele foi embora?

Era minha vizinha perguntando, enquanto tragava um cigarro e fazia rodinhas de fumaça para cima. Fazia uma semana que tudo havia acontecido. Eu estava sentada à mesa de sua cozinha enquanto conversávamos.

- Você acha que existe outra pessoa?

Ela aguardava minha resposta.

- Sim Rose, existe outra mulher.

- Bem, Suzanne, é meio difícil dizer isto para você, mas eu já sabia.

Ela apagou o cigarro, sentou-se na minha frente e olhando-me bem nos olhos disse:

- Cíntia e o marido são seus melhores amigos, não é verdade? E vocês quatro estão sempre juntos, certo? Não me importa se ela se diz crente como vocês. Cíntia roubou seu marido e eu vi com meus próprios olhos.

A xícara de café quase caiu de minhas mãos. Era como se toda minha força esvaísse.

“Deus! Faça com que ela esteja errada. Pelo nosso testemunho para com a Rose e seu marido, permita que ela esteja errada!”.

Mas Rose continuou a falar:

- Quando você foi visitar sua mãe em Nova York, Cíntia esteve em sua casa com Carlos. Eu estava com uma gripe danada e não fui trabalhar. Naquele dia, vi Carlos e Cíntia entrarem em sua casa. Jorge e eu estávamos pensando em como lhe contar, mas percebemos que logo você iria descobrir.

Aí estava o motivo. Como se não bastasse o fato de Carlos haver me traído, tinha que ser logo com uma de minhas melhores amigas! Senti a raiva subindo. Meu coração estava disparado. Eles tiveram a audácia de manter o caso em minha própria casa! Irada e humilhada, foi difícil até me despedir de Rose. Era como se minha vida houvesse se transformado numa novela piegas. E nesse tipo de novela, não existe final feliz!



CINCO MINUTOS

De alguma forma, achei forças para sobreviver nas próximas semanas. Meu filho nasceu. Um saudável e lindo bebê, com cabelos escuros como os do pai.

- Senhor, o que farei com um filho sem pai? E quando ele chegar à adolescência?

Naquele momento, vieram em minha mente certas palavras que se transformaram em âncora de que eu tanto precisava.

- Suzanne, não se preocupe com o amanhã. Confie agora em Mim!

- Mas, Senhor, eu estou supercarente! Carlos foi infiel. Minha amiga roubou meu marido. Meu bebê não tem pai.

- Suzanne, você não precisa pensar em perdoá-los para sempre. Perdoe-os agora, neste minuto.

De repente, percebi que não podia manter aquela atitude durante um dia inteiro, mas seria possível por cinco minutos. Eu poderia não saber o que fazer com um filho adolescente, mas o meu filho era recém-nascido. E eu sabia lidar com recém-nascidos.



APOIO

Durante os dias e semanas que se seguiram, enquanto eu me esforçava para evitar uma autodestruição, clamava a Deus e dizia:

- Senhor, eu não estou gostando do que está acontecendo. Eu odeio meu marido. Eu odeio a mulher que o roubou. Será que não há justiça?

Eu me abri, não somente com Deus, mas também com um casal de amigos, Daniel e Priscila.

Muitas vezes se assentaram ao meu lado e me ouviram; momentos em que a dor e a raiva pareciam me asfixiar. De vez em quando, eles gentilmente davam um “toque”, lembrando-me da perspectiva de Deus sobre o assunto; mas na maioria das vezes, apenas me ouviam e me amavam. Ao falar sobre minha raiva com Daniel e Priscila e mais tarde com um conselheiro, comecei a resolvê-la.

Além de ouvir, davam-me amor e perdão incondicionais. Eles não tomaram partido, não julgaram e não condenaram – a mim por meu ódio e a Carlos por sua infidelidade. Fizeram por mim, naquela época, o que eu não conseguia fazer – eles perdoaram meu marido e minha amiga. Rodeei-me de amigos, não para simplesmente despejar minha história sobre eles, mas porque dessa forma, poderia receber força, sabedoria e dicas que me auxiliariam a viver.



CONFIANDO NOS PLANOS DE DEUS

Aos poucos, atingi outro importante passo no processo do perdão. Percebi que deveria assumir a responsabilidade por meu futuro. Tinha uma escolha a fazer: permitir que o divórcio arruinasse minha vida, ou então, determinar perante Deus que aquela traição, não importando o quanto eu a detestasse, não destruiria o plano do Senhor para mim, tampouco para o meu filho. Passei a perceber que Deus não havia arquivado Seus planos em relação a mim. Ele ainda os mantinha firmes em Suas mãos. Ninguém pode sabotar Seus planos – nem mesmo um marido infiel. Aos poucos, a raiva que eu sentia foi diminuindo.



RECUSANDO A AMARGURA

Perdoar tornava-se mais difícil quando via Carlos e Cíntia casados. Sentimentos e pensamentos negativos povoavam minha mente. “Ele não dá a mínima para o filho. Ela roubou o meu marido. Por que a vida que ela leva é tão boa?”

Lembro-me do dia em que encontrei Cíntia em frente ao Correio. Era a primeira vez que eu a encontrava, após o casamento deles. Ela estava com um carro novo. Também ouvira dizer que estavam construindo uma casa. Eu tinha um carrinho modelo econômico, havia me mudado para um apartamento de dois dormitórios e saía para trabalhar todas as manhãs, deixando meu filho de três anos com uma babá. Ondas de raiva e de autopiedade invadiram meu ser. Eu não suportava nem olhar para ela.

Mas, era inevitável que nos encontrássemos. Ela estava descendo as escadas e eu subindo. Eu a cumprimentei:

- Oi Cíntia!

Pronunciei aquelas palavras da forma mais genuína e educada que pude. Ela virou o rosto rapidamente para outra direção, mas eu notara algumas linhas duras em seu rosto. Não era a mesma Cíntia com quem eu compartilhara a vida no passado. Ela parecia velha e cansada.

Repentinamente, senti compaixão dela. A culpa estava estampada em seu rosto. Ao passar Davi para a babá e me dirigir para o trabalho, meus sentimentos iam do ressentimento à compaixão. Fiquei penalizada pela culpa que ela carregava. Mas, ela continuava sendo a razão pela qual eu precisava deixar meu filho com a babá e ir trabalhar, quando desejava desesperadamente ficar em casa com ele, contar histórias e fazer bolos. Ela era o motivo pelo qual eu precisava me esforçar para que o orçamento desse no final do mês. Enquanto isso, Cíntia dirigia seu carro novo e construía uma outra casa.

Foi aí que comecei a perceber que, recusando-me a perdoá-la, estava abrigando e permitindo que a amargura criasse raiz em meu coração. Eu não queria ser uma pessoa amarga. Nesse momento, lembrei-me de uma mulher muito amargurada. Não havia beleza em sua face e nem graça em sua vida. Eu não gostaria de me tornar aquele tipo de pessoa. Por outro lado, também vieram à minha mente algumas mulheres que estampavam graça e bondade. Estas sim, eram meus exemplos.

O contraste de ambas as imagens perdurava em minha mente nas horas de maior conflito interior, ou seja, quando levava meu filho para visitar o pai e via a linda casa; o fato de saber que Cíntia podia ficar em casa com os filhos e eu não; as férias nas montanhas com o marido no período de Natal, etc. Procurava, então, visualizar a mulher amargurada com a qual eu não gostaria de me parecer. Recordava, também, meu compromisso com Deus, de não permitir que amargura e a falta de perdão prejudicassem a vida de meu filho.



APROXIMANDO-ME DE DEUS

Em meu caso, a graça para perdoar surgiu, não como conseqüência de uma decisão específica para tal, mas como uma escolha lúcida de aproximar-me de Deus. Em minha luta para perdoar e esquecer, ligava o CD do carro e ouvia hinos de louvor. Durante a noite, quando conciliar o sono se tornava impossível, lia salmos em voz alta. Decorava versículos bíblicos e os repetia, seguidamente, até que me acalmasse e diminuíssem tanto os ressentimentos, quanto os temores em relação ao futuro.

O aproximar-me mais de Deus, através dos meses e anos, permitiu que, finalmente, conseguisse recordar-me de coisas boas a respeito de Carlos e Cíntia. Consegui lembrar dos bons períodos que passamos juntos. De fato, deparei-me preferindo lembrar de coisas boas sobre eles.

Com a escolha de aproximar-me de Deus, ao invés de afundar-me nos ressentimentos, encontrei força suficiente para, naquele momento, perdoar. A próxima vez que fui levar Davi para visitar o pai, precisei refrescar minha memória: “Oh! Senhor, ajuda-me a pensar em coisas positivas sobre eles”. Deus me concedeu, em doses graduais, a graça para pensar positivamente e também para perdoá-los.



CURA POR MEIO DA DOAÇÃO

O perdão foi chegando, na medida em que tirava os olhos de minhas mazelas e colocava-os em outras pessoas que, por algum motivo, estavam sofrendo. Certa noite, vários anos após Carlos ter saído de casa, meu telefone tocou. Era outra mulher que, naquele momento, atravessava uma situação semelhante à minha. Ao conversarmos, notei que poderia ajudar, não somente a ela, mas também a outras. Deus não havia me abandonado. Pela graça, eu conseguira atravessar aquele terrível pesadelo.

Aquele telefonema resultou num almoço semanal e dali um estudo bíblico com três mulheres em situações semelhantes. Mais tarde, já éramos doze. Reuníamo-nos para nos apoiar, mutuamente, e estudar a Bíblia.

Atualmente, anos após o ocorrido, o grupo de apoio para mulheres divorciadas de nossa comunidade ainda existe e está muito ativo. À medida que me dispus a estender minha mão e ajudar a outros em seus sofrimentos, minha própria dor foi curada e esquecida.



O FRUTO DO PERDÃO

Certo dia, sete anos depois daquela manhã quando pensei que minha vida fosse terminar, recebi uma notinha escrita à mão. Era Cíntia pedindo perdão. Consegui sentar em minha escrivaninha e escrever as seguintes palavras:

Cíntia,

Eu já a perdoei. Você tem muitas qualidades positivas, utilize-as para encorajar outras pessoas. Desejo o melhor para você, Carlos e as crianças. Não permita que o passado se interponha entre nós. Lembre-se somente dos bons tempos que desfrutamos juntas. Se nossos caminhos se cruzarem ao longo da estrada, não haverá nada pendente. Você está perdoada!

Na semana passada, ao fazer umas compras perto de casa, vi Cíntia na loja no meio das pessoas. Fazia muitos anos que não a encontrava. Ela passou por mim como se não me conhecesse. Mas, mesmo ali, no meio de uma loja abarrotada de pessoas, descobri que perdoar vale a pena. Eu consegui olhar para ela, lembrar-me dos tristes acontecimentos ocorridos entre nós, mas não senti o tão sufocante ressentimento.

Quando Carlos passa em casa para pegar o filho, já consigo olhar para ele com compaixão. Foram-se as pontadas de ódio e mágoa. Aprendi que, se confiarmos em Deus, receberemos Sua graça para perdoar por um minuto, e dali por diante os minutos se multiplicarão. Teremos paz conosco, com Deus e, até, com aqueles que nos magoaram.

Depoimento de Suzanne Miler a Ruth Senter

Fonte: esperança.com.br

O que você pode fazer para confiar?

Com frequência é dito que a confiança é a pedra fundamental de qualquer relacionamento bem-sucedido. E eu concordo plenamente com isso. A confiança é fundamental em um relacionamento amoroso ao validar o sentimento de segurança que nós precisamos sentir para poder em troca dar o nosso amor àquela pessoa. Mas o que acontece quando uma pessoa tem dificuldade em confiar na outra com a qual se relaciona? Quanto isso causa de impacto no outro?

É triste pensar que existem pessoas que são incapazes de confiar completamente em outra por sentirem um medo enorme e muito arraigado dentro de si de serem feridos e sofrer. Esse medo com frequência nasce de alguma experiência traumática que ainda não foi resolvida. As pessoas que têm problemas de confiança em seus relacionamentos vão continuar a carregar consigo sua incapacidade de partilhar seu amor com os outros, até o momento em que eles decidam trazer o tema à tona e trabalhá-lo para chegar a um desfecho positivo.

Se você acha que tem esse problema e ele está impedindo você de sentir e viver plenamente um relacionamento amoroso, então você precisa confrontar a falta da confiança você mesmo. Não dependa dos outros para resolverem problemas que são seus, pois você é o único que pode realmente solucioná-lo. Apesar de haver muitos bons recursos para ajudar a lidar com essa questão, como livros e manuais, eles servem só para informação; o verdadeiro trabalho para deixar de ter medo de confiar deve acontecer dentro de você, ao você se permitir conhecer esse medo, as situações desencadeantes, conseguir entendê-las e recontextualizá-las. E então permitir-se ir experimentando situações em que pode voltar a experimentar confiar em quem ama!

Claudia Bruscagin

Fonte: esperança.com.br

O Povo Mais Feliz é o Que Anda com Jesus

Tu me mostras o caminho que leva à vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre. Sal. 16:11.

Nunca pense que, para andar com Jesus, tens que andar sempre triste.

As pessoas mais felizes do mundo são as que confiam em Jesus e cumprem alegremente as Suas ordens. Da vida dos que O seguem, Ele manda embora o desassossego e desconforto. … Os amigos de Cristo podem enfrentar provas e dificuldades, mas sua vida é plena de felicidade; pois Ele anda ao seu lado, e Sua presença lhes ilumina o caminho. …

Quando levantar, de manhã, tenha um cântico nos lábios, e quando for para o trabalho, vá em oração a Deus, pedindo auxílio. …

Espere, para receber a bênção do céu como se fosse uma folha da árvore da vida. Ela te abrandará e refrigerará, encherá seu coração de paz e alegria.

De vez em quando, saia do burburinho do mundo, e se assente sob a sombra de Cristo. Então, em meio ao ruído da labuta e conflitos diários, sua força se renovará.

Às vezes é necessário que nos detenhamos, e pensemos em como o Salvador desceu do Céu, do trono de Deus, para mostrar o que os seres humanos podem se tornar, se unirem sua fraqueza à força divina.

Quando nossas forças são renovação pela comunhão com Deus, podemos prosseguir em nosso caminho jubilosos, louvando-O pelo privilégio de levar a luz do amor de Cristo, para a vida daqueles que nos cercam. Aqueles com quem nos associamos serão ajudados e beneficiados pela nossa influência…

Seres celestiais aguardam o momento de cooperar com os humanos, para que o mundo veja o que os homens podem se tornar mediante a união com o divino.

Os que consagram corpo, coração e espírito ao serviço de Deus, receberão constantemente nova porção de poder físico, mental e espiritual. Os inesgotáveis suprimentos do Céu estão às suas ordens. Cristo, de Sua vida lhes dá a vida. O Espírito Santo empenha suas mais altas energias para atuar na mente e no coração.

Mediante a graça que nos é dada, podemos alcançar vitórias que, por causa de nossos defeitos de caráter e da pequenez de nossa fé, nos pareciam impossíveis.

A todo aquele que se oferece ao Senhor para o serviço, sem reserva de coisa alguma, é dado poder para a realização de resultados imensuráveis.

Fonte: Nos Lugares Celestiais, pág 62 de Ellen G. White.

Fonte: Novo Tempo

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Testemunho Edmilson Pereira da Silva

Testemunho Nilson de Almeida Oliveira

Ex-skinhead retira tatuagens racistas após 25 cirurgias

O norte-americano Bryon Widner, ex-participante do grupo skinhead “Vinlander Social Club Skinhead Gang”, passou por 25 cirurgias para retirar tatuagens de cunho racista que exibia nas mãos e no rosto. Os procedimentos duraram 16 meses e custaram aproximadamente R$ 57 mil.

Sequência de fotos mostra processo de remoção das tatuagens

Widner passou 16 anos como ativista skinhead e era considerado um dos racistas brancos mais famosos dos Estados Unidos, mas aos 32 anos ele resolveu mudar de vida. Agora, casado com uma também ex-neonazista, ele quer educar os filhos com os ideais de tolerância. “Nós deixamos o movimento, criamos uma boa família. Temos muita coisa para viver ainda. Sempre pensava que alguém estava olhando por nós”, disse a esposa Julie à Associated Press.

Apesar de ter se arrependido, ele não conseguia emprego por causa das tatuagens. "Chegou um momento em que eu estava totalmente preparado para jogar ácido no meu rosto [para remover as tatuagens]", disse ele.

Desesperado, procurou o grupo Southern Poverty Law Center - organização americana que monitora os "grupos de ódio" – e conseguiu a ajuda de um doador anônimo para pagar as cirurgias. Em contrapartida, Widner ministrará palestras para contar a história de sua mudança, que contou com a ajuda do ativista negro Daryle Lamont, dirigente do One's People.

Ele ainda sofre de enxaquecas devido às cirurgias extensas para remover as tatuagens e quer apagar outras, nos braços e no peito. O mais difícil será esquecer o passado. O ex-skinhead disse à Associated Press que sonha todas as noites com as pessoas que agrediu.

Fonte: Yahoo! Brasil

As Principais Religiões e o Sábado

As mais representativas Confissões de Fé oficiais das diferentes igrejas evangélicas-protestantes sempre ensinaram a vigência do Decálogo como norma de conduta cristã, o que é confirmado por próceres e autores do mais elevado conceito e gabarito no meio cristão evangélico. A enumeração abaixo dessas autoridades demonstra que:

a) Os Dez Mandamentos sintetizam a lei universal de Deus expressos para a situação humana e sempre foram e serão a regra de conduta dos cristãos. Tal fato é reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do passado e do presente, pertencentes às diferentes igrejas.

b) Esses documentos e declarações de grandes teólogos também entendem que as leis definiam-se como moral, cerimonial, civil, etc., sendo que a parte cerimonial, prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos.

c) Tal como qualquer dos demais nove mandamentos do Decálogo, o seu 4o. mandamento prossegue em vigor representando um dia de 24 horas a ser integralmente dedicado a Deus. O sábado teve sua origem no Éden, quando da criação do mundo (Gen. 2:2,3) e foi estabelecido para o benefício físico e espiritual do homem (Marcos 2:27).
1. Pensamento Oficial das Várias Igrejas Cristãs Evangélicas Sobre o Decálogo Como Regra Válida e Vigente Para os Cristãos:

Igreja Batista:

“Cremos que a Lei de Deus é a eterna e imutável regra de seu governo moral; que é santa, justa e boa; e que a incapacidade que as Escrituras atribuem ao homem caído para cumprir seus preceitos deriva inteiramente de seu amor pelo pecado; sendo um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios de graça ligados ao estabelecimento da igreja visível livrá-lo e restaurá-lo mediante um Mediador a genuína obediência a santa Lei.—Artigo 12 da “Confissão de New Hampshire”.

“Todos nós temos a obrigação de cumprir a lei moral. . . . que é a que nos prescreve as obrigações para com Deus e o próximo. . . . A lei se acha expressa com maior minuciosidade nos dez mandamentos, dados por Deus a Moisés no Sinai”.—Catecismo da Doutrina Batista, do Pastor W. D. T. MacDonald, págs. 28 e 29.

Igreja Metodista:

“O Velho Testamento não é contrário ao Novo: pois tanto no Velho quanto no Novo Testamento a vida eterna é oferecida à humanidade por Cristo, que é o único mediador entre Deus e o homem, sendo tanto Deus quanto homem. . . . Conquanto a lei dada por Deus mediante Moisés, no que tange a cerimônias e ritos, não seja vigente para os cristãos, nem os seus preceitos civis . . . Não obstante nenhum cristão de modo algum está livre da obediência aos mandamentos que são denominados Morais”.—Artigo 7 dos “Trinta e Nove Artigos de Religião”.

Obs.: Esta mesma confissão é adotada pela Igreja Episcopal (Anglicana).

Igreja Luterana:

“Conquanto aqueles que verdadeiramente crêem em Cristo, e são sinceramente convertidos a Deus, estão mediante Cristo libertos da maldição e restrições da Lei, não obstante não estão, nesse sentido, sem Lei, uma vez que o Filho de Deus os redimiu para a razão mesma de que possam meditar sobre a Lei de Deus dia e noite, e continuamente exercitar-se em sua observância”.—“Fórmula de Concórdia”, Artigo 6.

Igreja Presbiteriana:

“A lei moral para sempre obriga a todos, tanto as pessoas justificadas quanto as demais, a sua obediência; e isso não só com respeito a seu conteúdo, mas também com respeito à autoridade de Deus o Criador que a concedeu. Nem Cristo no evangelho de modo algum desfez, mas fortaleceu essa obrigação. . .”

“O Espírito de Cristo subjuga e capacita a vontade do homem para . . . cumprir o que a vontade de Deus, revelada na Lei, requer que seja feito. . . .

“A liberdade que Cristo adquiriu para os crentes sob o evangelho consiste em sua liberdade da culpa do pecado, da condenatória ira de Deus, da maldição da lei moral . . . Sob o Novo Testamento a liberdade do cristão é mais ampliada na liberdade do jugo da lei cerimonial, à qual a igreja judaica estava sujeita”.—Seções V, VII e XX do Capitulo XIX da “Confissão de Fé de Westminster”.

No capítulo XIX, da Confissão de Fé (da Igreja Presbiteriana), encontra-se a seguinte afirmação:

“I. Deus deu a Adão uma lei como um pacto de obras. Por este pacto Deus o obrigou, bem como toda sua posteridade, a uma obediência pessoal, inteira, exata e perpétua; prometeu-lhe vida sob a condição dele cumprir com a lei e o ameaçou com a morte no caso dele violá-la; e dotou-o com o poder e capacidade de guardá-la.

“II. Essa lei, depois da queda do homem, continuou a ser uma perfeita regra de justiça. Como tal foi por Deus entregue no monte Sinai em dez mandamentos e escrita em duas tábuas”—pág. 35.

Igreja Congregacional: “Declaração de Savóia”, contendo a mesma “Confissão de Fé de Westminster” relativa à Igreja Presbiteriana (ver citação acima).

Art. 21—Da Obediência dos Crentes – Ainda que os salvos não obtenham a salvação pela obediência à lei senão pelos merecimentos de Jesus Cristo, recebem a lei e todos os preceitos de Deus como um meio pelo qual Ele manifesta sua vontade sobre o procedimento dos remidos e guardam-nos tanto mais cuidadosa e gratamente por se acharem salvos de graça. Ef 2:8,9; I Jo 5:2,3; Tt 3:4-8. (Do documento oficial da denominação, “Os Vinte e Oito artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo”).

Adicionalmente, ensina a Lição da Escola Dominical da UIECB de 15-8-71: “A transmissão da Lei no Monte Sinai constitui-se em um dos acontecimentos mais destacados, e mais universal. . . Como as rochas . . . da montanha em que foram transmitidos, estes preceitos formam a base imóvel da vida moral de homens e de nações, o fundamento duradouro de toda civilização digna e firme”.

2. O Que Disseram Grandes Próceres Cristãos do Passado Sobre o Tema da Lei Divina:

Declarou João Wesley, fundador do metodismo e o grande evangelista e reavivalista do século XVIII em um dos seus famosos sermões:

“Na mais alta categoria dos inimigos do evangelho de Cristo, estão aqueles que, aberta e explicitamente, ‘julgam a lei’, e ‘falam mal da lei’; aqueles que ensinam os homens a quebrar . . . não somente um . . . mas todos os mandamentos de um só golpe. . . Isto é, na verdade, demolir enunciados com muita violência. . . ; isto é resistir na cara a nosso Senhor”.—Works of Wesley (Obras de Wesley), Nova York: Waugh & Mason, 1833.

“A lei moral firma-se sobre um fundamento inteiramente diverso da lei cerimonial ou ritual, que tinha o desígnio de servir para uma restrição temporária sobre um povo desobediente e de dura cerviz; enquanto esta [a lei moral] procede do princípio do mundo, sendo ‘escrita, não em tábuas de pedra’, mas nos corações de todos os filhos dos homens, quando saíram das mãos do Criador”.—João Wesley, “Upon Our Lord’s Sermon on the Mount”, Discurso 5, em Works of Wesley, Vol. 5, (edição de 1829), p. 311.

Por seu turno, o fervoroso evangelista Moody acrescenta estes valiosos pensamentos:

“Jamais encontrei um homem honesto que achasse falta nos Dez Mandamentos. A lei dada no Sinai nada perdeu de sua solenidade. . . . O povo precisa ser levado a compreender que os Dez Mandamentos estão ainda em vigor, e que há uma penalidade ligada à cada violação”.—Weighed and Wanting (Pesado e achado em falta), págs. 11 e 16.

E eis o que Lutero falou sobre os Dez Mandamentos num escrito “contra os antinomistas”:

“Eu muito me admiro como chegou a ser-me imputado que eu rejeitaria a lei dos dez mandamentos. . . . pode alguém pensar que o pecado existe onde não há lei? Quem quer que ab-rogue a lei, deve necessariamente ab-rogar também o pecado.—Martinho Lutero, “Wider die Antinomer” (contra os antinomistas), secs. 6, 8, in seus Sämsmtliche Schriften (Escritos coletados), ed. Por Johann Georg Walck, Vol. 20 (St. Louis, Concordia, 1890), cols. 1613, 1614.

3. O Que Disseram Grandes Próceres Cristãos do Presente Sobre o Tema da Lei Divina:

Vejamos o que pensam autores cristãos-evangélicos mais modernos. O Pr. Carlo Johansson, da Igreja Assembléia de Deus, faz a seguinte afirmativa:

“A lei é a vontade de Deus, no Decálogo”.—Síntese Bíblica do Velho Testamento, pág. 48.

Já o Pr. Harold J. Brokke, também pentecostal, declara:

“A lei é uma parte vital do governo divino no mundo em nossos dias. . . a santa lei de Deus é um pré-requisito divino para uma experiência mais profunda da graça”.—Prosperidade Pela Obediência, pág. 10.

E o Pr. Myer Pearlman, pentecostal, professor de muitos pastores, inclusive do Pr. N. Lawrence Olson, por muitos anos o orador do Programa de Rádio “A Voz das Assembléias de Deus”, declarou:

“Os mandamentos representam a expressão décupla da vontade de Jeová e a norma pela qual governa os Seus súditos”.—Através da Bíblia, pág. 27.

Já citado, o Pr. Harold J. Brokke, dá várias respostas a essa pergunta. Ele diz:

“Nós não podemos compreender a salvação sem entender a lei de Deus. . . . Deus revela Sua vontade, no tocante ao procedimento do homem, por meio dos mandamentos que lhe apresenta. . . . O propósito da lei é fazer com que os homens sintam sua necessidade de Jesus Cristo e do Seu evangelho de perdão. . . . Pela lei vem o conhecimento do pecado. Os homens precisam de buscar a Deus, reconhecendo-se pecadores, ou seja, criaturas que sabem ter desobedecido a lei e o governo de Deus, reconhecendo-se verdadeiros inimigos do próprios Deus pelo desrespeito às Suas leis”.—Op. Cit., págs. 14, 15, 16 e 17.

Concordando de que a lei de Deus é para o benefício do homem, o Pr. Carlo Johansson declarou o seguinte:

“O decálogo—o fundamento do pacto e o mais essencial da lei, como também a condição para vida e felicidade”.—Op. Cit., pág. 116.

O famoso teólogo, Pr. Antonio Neves de Mesquita, Doutor em Teologia, e professor de seminários batistas de grande projeção. No seu livro Estudo no Livro de Êxodo, pág. 133, ele registrou estas palavras:

“Tomemos em consideração que antes de serem dadas as dez proposições, comumente chamadas Lei, já todos os ensinos nelas codificados estavam em vigor. Podemos mesmo dizer que desde que apareceu o homem sobre a terra os princípios do Decálogo tinham força de lei. E, se quisermos recuar mais ao passado, podemos afirmar que nunca houve tempo nem eternidade em que tais princípios não existissem. . . . Quando o homem foi criado, não lhe foi dada esta lei em forma catalogada, mas lhe foi posta no coração, dentro da consciência, dentro de sua íntima natureza, para que por ela se governasse”. (Grifos nossos)

O Pr. Antonio Gilberto, também da Assembléia de Deus, confirma:

“A parte moral da lei é eterna e universal”.—Manual da Escola Dominical, pág. 86.

Por seu turno, o Pr. Nilson A. Fanini, pregador do programa de televisão “Reencontro”, escreveu o seguinte no seu livro Dez Passos Para Uma Vida Melhor, págs.18 e 19:

“Se quisermos viver em paz com Deus e com o nosso próximo devemos, então, observar o Decálogo. . . . Devemos obedecer não por medo mas por amor. Precisamos observar as leis divinas tais quais elas são e não acomodá-las de acordo com as tendências da época, esquecendo ou comprometendo as leis divinas que regem a conduta moral”.

Para o Dr. George Eldon Ladd, teólogo de renome, batista, a resposta é a seguinte:

“Está claro que a Lei continua a ser a expressão da vontade de Deus para a conduta, mesmo para aqueles que não estão mais sujeitos à lei”.—Teologia do Novo Testamento, pág. 473.

E temos Billy Graham citando Wesley sobre os Dez Mandamentos:

“A exemplo de Wesley, sinto que deva pregar a lei e o juízo antes de pregar a graça e o amor. . . . Os dez mandamentos . . . são as leis morais de Deus para a conduta das pessoas. Alguns pensam que eles foram revogados. Isso não é verdade. Cristo ensinou a lei. Eles ainda estão em vigor hoje. Deus não mudou. As pessoas é que têm mudado. . . . A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Os Dez Mandamentos são um espelho para nos mostrar como ficamos aquém em preencher os requisitos de Deus”.—Sermão em Times Square, citado em George Burnham e Lee Fisher, Billy Graham and the New York Crusade (Zondervan Publ. House, Grand Rapids, Mich.), pp. 108 e 109.

Noutro sermão o grande evangelista prossegue:

“Eu vos advirto esta noite, não pode haver paz até que a Lei seja observada e não há poder em nós para observar a Lei. A natureza humana é corrupta. É por isso que Cristo veio para dar-nos uma nova natureza e pôr em operação forças que nos possam trazer à existência uma nova ordem mundial”.—Sermão em Times Square, citado em George Burnham e Lee Fisher, Billy Graham and the New York Crusade (Zondervan Publ. House, Grand Rapids, Mich.), p. 191.

*Existe uma Divisão de Lei Moral e a Lei Cerimonial?

Da obra A Interpretação da Bíblia, de Weldon E. Viertel, autor batista, na pág. 194, nós transcrevemos este texto:

“A Lei pode ser dividida em três tipos: cerimonial, civil e moral. . . . De acordo com o livro de Hebreus, as leis cerimoniais eram sombras de Cristo. A sombra foi substituída pela realidade de Cristo e Seu ato redentor. As leis cerimoniais foram cumpridas; portanto, a Igreja não observa as leis sacrificiais e os festivais. As leis cerimoniais foram aplicadas a Cristo, em grande parte pelo uso da tipologia.

“. . . A lei moral continua efetiva; todavia, Cristo deu-lhe outro nível de sentido e aplicação. Lidou com a raiz das atividades éticas, incluindo atividades e motivos (o coração do homem)”. (grifos nossos)

Ainda, Antonio Neves de Mesquita ajuda na resposta, quando diz:

“O concerto divide-se em três partes: lei moral ou os Dez Mandamentos (20:1-17); lei do altar ou cerimonial, meio de aproximação a Deus (20:22-26 e o livro de Levítico); e lei civil (21:1-23:19)”.—Op. Cit., pág. 131. (negritos nossos)

Mais uma vez o Pr. O. S. Boyer nos apresenta aquilo que tem aprendido de Deus, em anos de estudo da Palavra:

“Algumas pessoas dão ênfase à distinção entre mandamentos ‘morais’ e mandamentos ‘cerimoniais’. As exigências ‘morais’ são aquelas que em si mesmas são justas e nunca podem ser revogadas. Ao contrário, as leis ‘cerimoniais’ são aquelas sobre observâncias, sobre o cumprimento de certos ritos, por exemplo: os mandamentos acerca dos holocaustos e o incenso. . . . As leis ‘cerimoniais’ podem ser ab-rogadas na mudança de dispensação, mas não as leis ‘morais’. É certo que existe tal distinção”.—Marcos: O Evangelho do Senhor, págs. 38 e 39.

John Davis, autor de um dos mais famosos dicionários bíblicos, que já alcançou várias edições. Ele assegura que:

“Os DEZ MANDAMENTOS, sendo a lei fundamental e sumária de toda MORAL, permanecem firmes; baseiam-se na imutável natureza de Deus e nas relações permanentes do homem sobre a terra. . . . A LEI CERIMONIAL a que se refere a carta aos Hebreus 8:7, como o primeiro pacto, ela a declara como antiquada e prestes a perecer. . . . O Apóstolo não julgou necessário obrigar a ela os gentios, Atos 15:23-28.

“Tinha função transitória, apontando para Cristo, nosso sumo pontífice por meio de seu sacerdócio, de seus sacrifícios, de suas cerimônias e de seus símbolos”.—John D. Davis, Dicionário da Bíblia, págs. 356 e 357 (versais acrescentados).

Também da Confissão de Fé (da Igreja Presbiteriana), extraímos essas informações valiosas:

“III. Além dessa lei [dos dez mandamentos], geralmente chamada LEI MORAL, foi Deus servido dar ao Seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a Sua tutela, LEIS CERIMONIAIS que contem diversas ordenanças típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as Suas graças, os Seus atos, os Seus sofrimentos e os Seus benefícios. . . estão todas abrogadas sob o Novo Testamento”.—págs. 35 e 36 (versais acrescentados).

Dr. Albert Barnes, notável comentarista presbiteriano, em comentário sobre Mateus 5:18, disse:

“As leis dos judeus estavam geralmente divididas em morais, cerimoniais e judiciais. As leis morais são aquelas que emanam da natureza das coisas—tais como o dever de amar a Deus e Suas criaturas. Estas não podem ser abolidas, pois jamais poderá ser correto odiar a Deus ou aos nossos semelhantes. Dessa natureza são os Dez Mandamentos; e estes nosso Salvador não aboliu nem suprimiu”.—Notes, Explanatory and Practical, on the Gospel, Volume 1, pág. 65.

De tudo que está registrado, fica mais do que claro que os mestres presbiterianos admitem que existam pelo menos duas leis das quais fala a Escritura Sagrada: (a) Lei Moral—sumarizada nos Dez Mandamentos; e (b) Lei Cerimonial—representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.

4. O Que Disseram Grandes Próceres Cristãos do Passado e do Presente Sobre o Tema do Mandamento do Sábado:

Qual a Origem do Sábado do Quarto Mandamento?

O Dr. Archibald A. Hodge, membro da Junta Presbiteriana de Publicações, e antigo Professor no Seminário Princeton (Presbiteriano), nos Estados Unidos, escreveu um folheto, no qual apresenta uma defesa da perpetuidade do sábado como dia santificado por Deus. Dele extraímos o seguinte:

“Deus instituiu o sábado na criação do homem, separou o sétimo dia para esse fim e ordenou sua observância como uma obrigação universal e perpétua à raça”.—Folheto N° 175.

Conforme o Dr. Hodge, o sábado teve sua ORIGEM NA CRIAÇÃO, antes, portanto, da queda do homem. Antes de ter havido necessidade de um sistema de sacrifícios e rituais típicos. Recorremos, novamente ao Professor John D. Davis, a fim de reforçar aquilo que já foi assegurado.

“SÁBADO, Descanso. Dia de descanso instituído por Deus, para ser observado por todos os homens. Tendo completado a obra da criação em seis dias, cessou de trabalhar no dia sétimo. ‘E abençoou o dia sétimo e o santificou; porque nele mesmo cessara de toda a sua obra que Deus criou para fazer’, Gen. 2:1-3”.—Dicionário da Bíblia, pág. 519.

Pelo que lemos acima, não há nenhuma dúvida, entre os mentores presbiterianos, de que os Dez Mandamentos foram dados a Adão, ANTES DA QUEDA.

Há Razões Para Observarmos o Sábado do Sétimo Dia?

Ainda o Professor Davis, com sua reconhecida autoridade:

“A doutrina ensina claramente que este dia foi ordenado por Deus, para repouso do corpo, e bem-estar do homem; que o deviam observar, imitando o exemplo que Deus dá, e por causa das bênçãos por Ele conferidas”.—Dicionário da Bíblia, pág. 520.

Agora, do Breve Catecismo, editada pela Casa Editora Presbiteriana:

“O quarto mandamento exige que consagremos a Deus os tempos determinados em Sua Palavra, particularmente um dia inteiro em cada sete, para ser um dia de santo descanso a Ele dedicado. . . . proíbe a omissão ou a negligência no cumprimento dos deveres exigidos, e a profanação deste dia por meio de ociosidade, ou por fazer aquilo que é em si mesmo pecaminoso, ou por desnecessários pensamentos, palavras ou obras acerca de nossos negócios e recreações temporais. . . . Deus nos concede de fazermos uso dos seis dias da semana para os nossos interesses temporais: o reclamar Ele para Si a propriedade especial do dia sétimo, o Seu próprio exemplo, e a benção que Ele conferiu ao dia de descanso”.—Breve Catecismo de Doutrina Cristã, págs. 17 e 18.

Por Quanto Tempo Deve Durar o Mandamento do Sábado?

Recorremos, ainda desta vez, ao que disse o erudito John Davis:

“O sábado foi instituído para benefício do gênero humano; as suas obrigações duram enquanto o homem viver e enquanto subsistirem as suas necessidades”. —Dicionário da Bíblia, pág. 520.

“A respeito do quarto mandamento, disse Jesus: ‘O sábado foi feito para o homem’; segue-se, pois, que a lei permanece em toda a sua força enquanto o homem existir sobre a terra”.—Dicionário da Bíblia, pág. 356.

Que Tipo de Lei, Dentre as Referidas Acima, o Apóstolo Paulo Apresenta em Colossenses 2:16?

Diz um destacado teólogo evangélico:

“Apela-se a passagens tais como Colossenses 2:16: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. E Romanos 14:5: ‘Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente”. Cada um de nós, contudo, sabe que as igrejas apostólicas viviam grandemente atribuladas pelos judaizantes, os quais insistiam em que a lei mosaica continuava em vigor, e que os cristãos eram obrigados a conformar-se às suas prescrições acerca da distinção entre alimentos limpos e impuros, bem como a seus numerosos dias de festa, nos quais todo trabalho tinha de ser interrompido. Esses eram os falso mestres e essa era a falsa doutrina contra a qual muitas das epístolas de Paulo se dirigiam. É uma óbvia referência a tais homens e suas doutrinas que passagens como as supracitadas foram escritas. Elas não fazem nenhuma referência ao Sábado semanal, o qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja Cristã.”—Teologia Sistemática, Charles Hodge, pág. 1269.

O Dr. Albert Barnes, acima referido, e conhecido autoridades presbiteriana, assim se expressou sobre o texto de Colossenses 2:16:

“Ou dos sábados’. A palavra ‘sábado’, no Velho Testamento, é aplicada não somente ao sétimo dia, mas a todos os outros dias de repouso sagrado que eram observados pelos hebreus, e particularmente ao começo e encerramento de suas grandes festividades. Há, certamente, referência a esses dias nesse lugar, visto que a palavra é usada no plural e o apóstolo não se refere particularmente ao assim chamado sábado, propriamente.

“Não há nada que indique tivesse ele ensinado não haver nenhuma obrigação de observar qualquer dia santificado, pois não há a menor razão para crer que ele tencionasse ensinar que um dos Dez Mandamentos tivesse deixado de ser obrigatório para a humanidade.

“Se houvesse usado a palavra no singular, ‘o sábado’, teria ficado claro, naturalmente, que ele pretendia ensinar que esse mandamento havia deixado de ser obrigatório, e que o sábado não mais devia ser observado. Mas o uso do termo no plural e o contexto, mostram que tinha sua atenção voltada para o grande número de dias que eram observados pelos hebreus como festas, como parte de sua lei típica e cerimonial, e não para a lei moral ou os Dez Mandamentos.

“De nenhuma parte da lei moral—pode dizer-se ser ‘uma sombra das coisas futuras.’ Estes mandamentos são, em virtude da natureza da lei moral, de perpétua e universal obrigatoriedade”.—Notes on Colossians, edição de 1850, págs. 306 e 307.

Assim essas autoridades presbiterianas, além das que já foram destacadas dentre batistas, congregacionais, metodistas, luteranos, assembleianos, concordam com os cristãos observadores do sábado quanto à validade deste e de TODOS os mandamentos do decálogo.

* O sábado é interpretado por esses autores e documentos como referindo-se ao domingo. Mas, isso é secundário nesta discussão específica porque o que importa é que admitem a validade e vigência do mandamento. O debate sobre ter o sábado tomado o lugar do domingo já é outro.

Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos não concordam com a visão semi-antinomista/dispensacionalista que nega a validade e vigência do Decálogo como norma cristã, ou prega o fim total do 4o. Mandamento, como sendo “cerimonial”.

Autor: Prof. Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura
Bessemer, Ala., EUA


Fonte: Sétimo Dia

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